Museu do Amanhã vence prêmio internacional de arquitetura sustentável

Museu do Amanhã vence prêmio internacional de arquitetura sustentável

Instituição carioca é a primeira brasileira a ganhar categoria de "Edifício Verde Mais Inovador" do MIPIM

Correio do Povo

Museu do Amanhã vence prêmio internacional de arquitetura sustentável

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O Museu do Amanhã se tornou o primeiro museu brasileiro a vencer o prêmio internacional MIPIM na categoria "Edifício Verde Mais Inovador". O anúncio foi feito nesta quinta-feira em Cannes, na França.

Na premiação, o Museu do Amanhã superou concorrentes como a sede da Siemens, em Munique; o edifício residencial 119 Ebury Street, em Londres; e a fábrica da Värtan Bioenergy, em Estocolmo. Entre os diferenciais da instituição, que é marco da revitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro, estão a tecnologia  empregada na captação da energia solar e o uso das águas geladas do fundo da Baía de Guanabara no sistema de ar-condicionado. A estimativa é que, por ano, sejam economizados 9,6 milhões de litros de água e 2.400 megawatts/hora (MWh) de energia elétrica, o que seria suficiente para abastecer mais de 1,2 mil residências.

Em mais de dez reconhecimentos internacionais, o Museu do Amanhã vem conquistando notoriedade global. Em 2016, o “Oscar dos Museus”, prêmio britânico Leading Culture Destinations Awards, elegeu a instituição carioca como o “Melhor Novo Museu do Ano”. Além disso, também subiu ao pódio com uma medalha de ouro e duas de bronze no International Design & Communication Awards (IDCA), no Canadá. 

Recentemente, o Museu do Amanhã também ganhou o Selo LEED (Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português) série Ouro em termos de edificação, que comprova o grau de sustentabilidade no local. O espanhol Santiago Calatrava é o arquiteto da instituição, cujo projeto é voltado para o melhor aproveitamento de recursos naturais da região. A água da Baía, por exemplo, é captada com duas finalidades: para abastecer os espelhos d’água e para o sistema de refrigeração, onde é utilizada na troca de calor. O projeto também prioriza a entrada de luz natural e medidas voltadas para sustentabilidade ambiental foram adotadas desde o início da construção do museu.

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