A sensibilidade
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A sensibilidade

Por
Alina Souza

Acessibilidade.

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O normal é ser diferente. A população não se equivale a uma massa uniforme. Nascemos ímpares. Temos particularidades. Alguns pontos mais vigorosos e outros mais delicados. E a vida é tão rica quando há respeito, apreço pela diversidade, reconhecimento dos direitos. O caminho livre para todos. A garantia que pessoas com deficiência física terão as condições apropriadas para alcançar os objetivos, no mesmo compasso que os demais. O corpo é só uma estrutura que comporta o coração, sustenta a existência. Armazena vivências. Muito além dos músculos, o ser humano se move pela força de vontade, que vem de dentro e bombeia energia para superar obstáculos. Mas é necessário que o percurso esteja preparado para recepcionar as diferenças, possibilitar a vitória de cada instante. Cidades planejadas para cidadãos plurais. Projetos de acessibilidade entre as ações prioritárias. Apoio, suporte, colaboração. Entrelaçamentos. Estado, sociedade civil, cada um de nós: precisamos construir uma rota sem buracos e barreiras, alicerçada na empatia, repleta de oportunidades, sejam quais forem as dificuldades.

Texto e fotos: Alina Souza