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O Grêmio decola antes da Copa América?

É improvável, mas não impossível, que a equipe estabilize antes da parada para a Copa América.

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Em julho de 2014 o saudoso Koff mandou desembarcar seu amigo Felipão para treinar o Grêmio.
Começava ali a lenta e gradual montagem de um time que decolaria dois anos depois.
Felipão deu lugar para Roger, que encaixou algumas peças, e Roger deu lugar para Renato, que azeitou aquilo que viria a ser uma máquina. 
Para decolar, a máquina precisou de um comandante forte no futebol, Adalberto Preis, que bancou Renato.
O título da Copa do Brasil em 2016, quebrando um jejum de 15 anos sem taça nacional, alavancou de vez o Grêmio. 
Neste período o Grêmio teve alguns solavancos, quase nada se comparados ao momento atual, de turbulência.
É improvável, mas não impossível, que a equipe estabilize antes da parada para a Copa América.
Se isto acontecer, melhor.
Caso contrário Renato terá um mês para encaixar novamente as peças, encontrar 11 titulares e retomar a boa fase.
Cabe a Renato promover os ajustes de campo e a Romildo Bolzan e Duda Kroeff os ajustes que considerarem necessários no entorno, no médio e baixo cleros do futebol.
Estar no comando, ter cargo, não significa comandar, se é que me faço entender.