A ala ideológica da imprensa

A ala ideológica da imprensa

Ministérios da Educação, dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente sofrem pressão e estão sob ataque

Rodrigo Constantino

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Aquilo que a ala opositora do governo na mídia chama de "ala ideológica" do governo é justamente a área em que a ideologia esquerdista mais tem controle. O MEC é um exemplo claro: faz parte da "ala ideológica", e quem diz isso quer manter o quadro atual, de total domínio esquerdista nas salas de aula.

O ministro Fachin até resolveu bancar o ativista e impor a escolha de reitores ao presidente, sob o pretexto de preservar a “autonomia universitária”. Na prática, o que temos é uma patota controlando as universidades federais, lutando para preservar a hegemonia marxista nesse território. Já tivemos até reitor vestindo literalmente um boné do MST na cerimônia de posse!

O governo Bolsonaro veio para combater isso mesmo, para expurgar comunistas das reitorias. E enfrenta resistência pesada, não só dos infiltrados nas universidades, mas também daqueles militantes no próprio STF e na imprensa.

O ministério de Damares Alves é outro exemplo: enfrenta grupos organizados que falam em nome de "minorias" enquanto empurram feminismo radical, racismo reverso e ideologia de gênero, além da banalização do aborto, goela abaixo de todos, e por isso Damares é tratada com enorme preconceito pelos jornalistas militantes, tratada como a "evangélica" que desperta desprezo na elite cosmopolita progressista, sendo que ela é adorada pelo povo, que valoriza os bons costumes.

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E, por fim, temos o Ministério do Meio Ambiente e Energia, um setor tomado por ONGs ambientalistas acostumadas a mamar nas tetas do governo enquanto fazem alarmismo com o aquecimento global. Salles é alvo de uma intensa campanha difamatória por parte dessa patota.

Por isso mesmo um jornal de São Paulo outro dia pediu abertamente a cabeça do ministro. Ele vem enfrentando com coragem essa turma, e os ecoterroristas estão inconformados que Bolsonaro não colocou alguém como Marina Silva na pasta. Não entendem que ele venceu para mudar essa política ambiental xiita mesmo, para focar no desenvolvimento local em vez de ficar em Paris discursando sobre as supostas ameaças do clima.

No editorial, o jornal reconheceu: "Seria tolo, decerto, atribuir toda a culpa às políticas de Bolsonaro e de seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A estiagem deste ano no Pantanal é a maior em décadas, e a temperatura atmosférica sobe com frequência para a casa dos 40ºC, o que torna tarefa quase impossível controlar as chamas". Não importa. Mesmo assim Bolsonaro precisa entregar a cabeça do ministro, para "sinalizar" que vai mudar de postura, ou seja, aderir à agenda dos ambientalistas.

Felizmente Bolsonaro não liga para esse tipo de pressão. Salles certamente ganhou pontos com o presidente por ser atacado dessa forma vil por essa ala ideológica da imprensa...


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