A retomada dos programas e os recursos

A retomada dos programas e os recursos

Veiculações, com mais tempo, exigem mais dedicação e mais gastos

Taline Oppitz

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A veiculação dos programas eleitorais de rádio e TV no segundo turno foi retomada na sexta-feira. Agora, os tempos são iguais e maiores: cinco minutos para cada candidato. Os primeiros programas de Sebastião Melo (MDB) e de Manuela D’Ávila (PCdoB) tiveram uma linha comum: os agradecimentos aos eleitores pelos votos recebidos e a abordagem ao assassinato de João Alberto Silveira Freitas. A nova etapa dos programas, que recuperaram parte do protagonismo em função das restrições impostas pela pandemia, exigirá mais tempo e dedicação de equipes e candidatos e mais recursos.

Até agora, de acordo com as prestações de contas à Justiça Eleitoral, Manuela recebeu R$ 5.027.797,00. A maior parte dos recursos, R$ 2,9 milhões, foram liberados pela direção nacional do PCdoB. Em segundo lugar no ranking de doadores, está a cúpula nacional do PT, do vice Miguel Rossetto, com R$ 1,6 milhão. O maior gasto com a campanha de Manuela foi com a produção dos programas eleitorais. Pouco mais de R$ 1 milhão. Melo recebeu R$ 1.482.681,99. O maior doador foi a executiva nacional do MDB, com R$ 720 mil. O partido no Estado doou R$ 202 mil. O Dem, do vice Ricardo Gomes, contribuiu com R$ 80 mil. O maior gasto da campanha do emedebista foi com serviços prestados por terceiros: R$ 743, 8 mil. Com os programas de rádio e TV, na campanha de Melo foram gastos R$ 241,8 mil. O limite de gastos das campanhas em Porto Alegre no primeiro turno foi de R$ 6.663.581,68. No segundo, que terá duração de apenas 13 dias, o limite é de R$ 2.665.432,67. 


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