Ao PSG "faltam coisas para ser um time forte de verdade", diz Messi
patrocinado por

Ao PSG "faltam coisas para ser um time forte de verdade", diz Messi

Para o atacante argentino, Atlético e Real Madrid também têm chances na competição europeia

AFP

"Todos dizem que somos os grandes favoritos", ponderou o craque

publicidade

O atacante argentino Lionel Messi considera que o Paris Saint-Germain é "um dos favoritos" para ganhar a Liga dos Campeões, mas ainda "faltam coisas para ser um time realmente forte", segundo entrevista ao jornal Marca. "Todos dizem que somos os grandes favoritos e não vou negar que somos um dos candidatos, mas ainda precisamos de coisas para sermos um time realmente forte", afirmou Messi em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal de esportes de Madrid .

"Temos que terminar a consolidação como equipe e temos a vantagem de termos jogadores muito bons para conseguir isso", acrescentou o ex-jogador do Barcelona, lembrando que "a Liga dos Campeões é uma competição muito difícil, o que a torna tão bonita e especial."

"Somos um dos favoritos, mas não os únicos", insistiu Messi, que vê a atual edição do torneio continental como "uma das mais equilibradas e competitivas dos últimos anos porque há várias equipes que podem chegar ao título."

Messi considera que Atlético e Real Madrid têm chances na competição europeia e recorda que "o Barcelona atravessa uma fase de reconstrução com uma equipe em que há muitos jovens jogadores", embora também destaque o entusiasmo extra que Xavi Hernández consegue trazer. "Hoje penso que há equipes melhores que o Barcelona, mas, mesmo que isso seja aparente agora, não significa que mais tarde não possa lutar porque temos de levar em consideração a chegada de Xavi, o entusiasmo renovado e a possibilidade de recuperar alguns jogadores", destacou.

Para Messi, Xavi "pode contribuir muito" para o Barça, pois "é um treinador que sabe muito, conhece perfeitamente a casa e viveu no Barcelona desde criança". "Com ele a equipe vai crescer muito. Não tenho dúvidas", concluiu o argentino.


Mais Lidas


Correio do Povo
DESDE 1º DE OUTUBRO 1895