Imparável, Manchester City bate o Leicester e abre 17 pontos na ponta do Inglês
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Imparável, Manchester City bate o Leicester e abre 17 pontos na ponta do Inglês

Equipe precisa de apenas 11 pontos para conquistar o terceiro título nacional em quatro anos

AE

Mendy abriu o marcador para o Manchester City

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Sensação da temporada, o Manchester City deu mais um passo rumo ao título do Campeonato Inglês. Os comandados do técnico espanhol Pep Guardiola visitaram o Leicester City neste sábado e, mesmo jogando fora de casa, foram superiores pelo jogo todo, derrotando os mandantes por 2 a 0, pela 30.ª rodada.

Com o resultado, o City chega a expressivos 17 pontos na liderança, com dois jogos a mais que a maioria dos adversários da tabela de classificação. O segundo lugar é o Manchester United, que soma 57. O Leicester City, por outro lado, não se prejudicou tanto apesar do revés. O time do técnico Brendan Rodgers estacionou na terceira colocação com 56 pontos, mas se favoreceu pelo tropeço do Chelsea, também neste domingo, por 5 a 2 para o West Bromwich.

Segundo as projeções, o City precisa de apenas 11 pontos para conquistar o terceiro título nacional em quatro anos. Se depender da atual fase, nada mudará o atual cenário. Logo na primeira etapa, o brasileiro Fernandinho acertou um lindo chute rasteiro de longe, mas a arbitragem pegou interferência de Sergio Agüero e anulou o gol.

O segundo tempo foi um pouco mais emocionante. Um levantamento foi feito pelo Manchester City buscando Agüero dentro da área e dois defensores do Leicester City acabaram se trombando. A bola sobrou para Mendy que, dominou de esquerda, limpou para o pé que não é o bom e chutou cruzado, fazendo a bola dormir no fundo das redes do goleiro dinamarquês Schmeichel.

O segundo gol contou com protagonismo brasileiro. Gabriel Jesus, com assistência de Sterling, ampliou o placar após bela jogada que também envolveu Kevin De Bruyne. O holandês acertou um belo lançamento por baixo e restou aos dois atacantes decidir quem balançava as redes em meio ao bate-cabeça dos defensores do Leicester City.

Chelsea

O técnico alemão Thomas Tuchel sofreu, neste sábado, a primeira derrota no comando do Chelsea. No clube desde janeiro, o treinador viu sua equipe perder, por 5 a 2, o West Bromwich, no estádio Stamford Bridge, em Londres.

O Chelsea não perdia havia 15 jogos e o West Bromwich havia marcado apenas um gol nas últimas cinco partidas, voltando a vencer em Stamford Bridge após 41 anos.

O resultado deixou o time de Londres em situação complicada na briga por uma vaga nas copas europeias da próxima temporada. O time continua com 51 pontos, em quarto lugar, e agora vai ter de torcer contra West Ham e Tottenham, que ainda jogam na rodada e somam 49 e 48 pontos, respectivamente. O West Bromwich é apenas o vice-lanterna, com 21.

O destaque negativo do jogo foi o zagueiro Thiago Silva, expulso aos 28 minutos de jogo, quando o Chelsea vencia por 1 a 0, gol de Pulisic. O brasileiro recebeu o segundo cartão amarelo, em lance bastante discutível, e deixou o Chelsea com apenas dez jogadores em campo.

A partir daí, o setor defensivo do Chelsea, que estava sem tomar gols há 12 horas, somando-se jogos de todas as competições nas quais o time participa, se descontrolou. Quem aproveitou foi o brasileiro Matheus Pereira.

O atacante fez dois gols ao final do primeiro tempo e virou o jogo para o West Bromwich. No primeiro, mostrou oportunismo, ao aproveitar um chutão do goleiro Johnstone e categoria para encobrir Mendy. E no segundo foi rápido e esperto, ao driblar a zaga adversária duas vezes sem tocar na bola, antes de finalizar colocado.

No segundo tempo, mesmo desorganizado, o Chelsea foi para o ataque e propiciou espaços para o West Bromwich ampliar ainda mais a vantagem com Callum Robinson e Mbaye Diagne. Mason Mount descontou para o Chelsea, mas Callum Robinson fechou o surpreendente placar.

Liverpool

Superior por todo o jogo, o Liverpool mostrou toda a sua força contra o Arsenal neste sábado. Os atuais campeões ingleses demoraram a marcar, mas abriram o placar na segunda etapa e embalaram, vencendo por 3 a 0, no Emirates Stadium, em Londres.

Jogar fora de casa não intimida o Liverpool, pelo contrário. Os comandados do técnico alemão Jurgen Klopp venceram cinco dos últimos seis jogos longe do estádio Anfield Road, em Liverpool, pelo torneio nacional. O roteiro se repetiu. O primeiro tempo, apesar de terminar sem gols, teve os visitantes ameaçando bem mais o rival, que se acuou jogando em casa.

A volta dos vestiários foi diferente e bastou a bola entrar pela primeira vez para o Liverpool abrir vantagem rapidamente. Aos 19 minutos, Diogo Jota recebeu cruzamento preciso de Alexander-Arnold dentro da área e tratou de abrir o placar. Apenas quatro minutos depois, Salah venceu a marcação do Arsenal após belo passe do brasileiro Fabinho e, com calma e tranquilidade, rolou a bola para dentro do gol.

Superior e vencendo por 2 a 0, o Liverpool queria mais. Klopp adiantou a marcação, o que atrapalhou bastante a saída de bola dos mandantes. Foi então que surgiu o terceiro gol, aos 37 minutos. O time visitante roubou a bola em uma saída errada e Salah achou Mané, que apenas serviu Diogo Jota mais uma vez, que não titubeou. A pressão seguiu até o apito final, o que evitou com que a vantagem fosse ainda maior.

Com o resultado, o Liverpool chegou aos 49 pontos na quinta colocação, apenas dois a menos que o Chelsea, o primeiro classificado para a próxima Liga dos Campeões da Europa. O Arsenal, por outro lado, continua estacionado no meio da tabela de classificação com 42 pontos, levando vantagem no desempate para o Leeds United.

Em outra partida do Campeonato Inglês, o Leeds United, do técnico argentino Marcelo Bielsa, derrotou o Sheffield United em casa por 2 a 1. Com o resultado, os mandantes assumiram a 10.ª colocação com 42 pontos, enquanto que os visitantes continuam amargando a lanterna com apenas 14.

O primeiro gol saiu logo aos 12 minutos, dos pés de Jack Harrinson com assistência do brasileiro Raphinha, ex-Avaí. O empate veio nos acréscimos da primeira etapa, com Ben Osborn. Na volta dos vestiários, Phil Jagielka acabou colocando contra a própria meta e definiu o resultado final.


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