Combate a crimes digitais une Bancos e Ministério da Justiça

Combate a crimes digitais une Bancos e Ministério da Justiça

Iniciativa será delineada nos moldes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, criada em 2003

AE

Crimes cibernéticos aumentaram na pandemia

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A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e o Ministério da Justiça deram o pontapé inicial para a criação de uma Estratégia Nacional de Combate ao Crime Cibernético. O assunto foi tratado nesta sexta, em São Paulo, entre o presidente da entidade, Isaac Sidney, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Conforme nota divulgada pela associação dos bancos, a iniciativa será delineada nos moldes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, criada em 2003.

A proposta debatida ontem pretende "ampliar a identificação e repressão dos responsáveis pelos crimes, expandir o conhecimento técnico das forças de segurança e promover a cooperação permanente entre agentes públicos e privados".

Para que o intercâmbio de informações seja efetivo, serão desenvolvidas conjuntamente plataformas de compartilhamento de dados de fraudes por meios digitais. Também está previsto apoio à capacitação das forças de segurança em temas de cibersegurança e fraudes digitais, com o uso de laboratório de cibersegurança da Febraban, além de campanhas de conscientização da população sobre os riscos cibernéticos e fraudes.

O acordo ocorre em meio a um aumento do número de casos de sequestros-relâmpagos, furtos de celulares e golpes digitais por criminosos que visam acessar as contas bancárias das vítimas.


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