Presidente da Associação Gaúcha de Supermercados considera 2021 como o ano da reconstrução

Presidente da Associação Gaúcha de Supermercados considera 2021 como o ano da reconstrução

Antônio Cesa Longo avalia que o setor terá um dos papéis fundamentais no processo

Correio do Povo

Estabelecimentos permanecem sempre abertos mesmo com a pandemia

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O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, acredita que 2021 será o ano da reconstrução. “Sabemos que o setor de supermercados, assim como outros, terão papel fundamental neste processo”, afirmou na manhã desta sexta-feira à reportagem do Correio do Povo. “A essencialidade dos supermercados ficou comprovada na pandemia, e nos consolidamos como um agente de divulgação de cuidados e boas práticas de prevenção ao coronavírus”, observou.

“Acreditamos em um 2021 melhor para toda a economia, mas acima de tudo desafiador neste período de reconstrução que teremos pela frente”, acrescentou. Ressaltando o aprendizado com as dificuldades, Antônio Cesa Longo espera que "possamos cobrar o sacrifício de todos para esta reconstrução que virá com o advento da vacina".

De acordo com ele, "muitas reformas governamentais aconteceram e outras tantas estão por vir, acreditamos na consciência de todos os governos para o bem de todos". Para Longo, os hábitos de consumo foram afetados pela pandemia. “O número de visitas ao supermercado caiu, mas o tíquete médio aumentou. Há uma série de protocolos e cuidados sanitários que foram instaurados ou melhorados, e muitos deles certamente vão permanecer após a pandemia. Novos formatos de lojas surgiram, oportunizando a todos os tamanhos de empresas de supermercados ampliarem seus negócios”, lembrou.

O dirigente reconhece que o segmento “teve uma situação privilegiada em 2020 por sua essencialidade, mas entendemos que este foi um ano de sobrevivência para todos os setores”. Segundo ele, os estabelecimentos precisam do giro da economia para continuar crescendo e por isso “causa-nos preocupação que mais pessoas estivessem recebendo o auxílio emergencial do governo do que trabalhando formalmente”.

Na opinião do presidente da Agas, “não tivemos um crescimento sustentável, onde o mercado de embalagens foi pego de surpresa”. Antônio Cesa Longo disse também que “por momentos foi proibido de trabalhar, e em seguida indo à sua capacidade de produção, pelo ingresso destas pessoas ao mercado de consumo, aliados ao aumento dos insumos pela alta do dólar”. Ele torce “para o incremento e oportunidade de todos estarem inseridos em um mercado de consumo constante”.

 

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