Sem sinalização do governo, servidores do BC se reúnem na sexta para definir rumos da greve

Sem sinalização do governo, servidores do BC se reúnem na sexta para definir rumos da greve

Greve foi suspensa na semana passada, entre os dias 20 de abril e 2 de maio

AE

Servidores do Banco Central se reúnem na sexta para definir rumos da greve

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O presidente do Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal), Fábio Faiad, afirmou nesta segunda-feira, 25, ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a categoria se reúne na sexta-feira, às 14 horas, para definir os rumos da greve, que foi suspensa na semana passada, entre os dias 20 de abril e 2 de maio.

Segundo Faiad, até o momento, não houve sinalização do governo sobre análise da contraproposta feita pela categoria para o reajuste salarial reivindicado para este ano ou mesmo sobre nova proposta.

O líder sindical afirma que a categoria avalia o aumento de 5% estudado pelo governo insuficiente e propôs que o reajuste pedido de 27% valha a partir de julho, e não seja mais retroativo a janeiro de 2022. "Se não houver nada até sexta-feira, a gente decide a continuidade da greve."

Mesmo que a greve esteja suspensa até dia 2, Faiad explica que a assembleia precisa ocorrer antes, pois é preciso avisar a administração do órgão sobre um possível retorno da paralisação com 72 horas de antecedência.

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