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Ato homenageia duas vítimas de desabamento de ciclovia, há um ano no Rio

Queda de trecho entre São Conrado e Leblon vitimou engenheiro e gari comunitário

Queda de trecho entre São Conrado e Leblon vitimou engenheiro e gari comunitário
Queda de trecho entre São Conrado e Leblon vitimou engenheiro e gari comunitário Foto : Tomaz Silva / ABr / CP
Um ato com amigos e familiares homenageou o engenheiro Eduardo Marinho Albuquerque, 54 anos, um dos dois mortos após a queda de um trecho da Ciclovia Tim Maia, entre São Conrado e Leblon, na orla da zona sul do Rio de Janeiro. A tragédia ocorreu há um ano e também vitimou o gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, de 60 anos.

O médico Ricardo Sertan, 56 anos, amigo de infância de Eduardo, disse que o ato na Praia de Copacabana era para lembrar a vida do engenheiro que “se foi de uma maneira trágica e absurda”. “Era uma pessoa alegre, do bem, que sempre tinha uma palavra de conforto. Não queríamos deixar essa data passar em branco”.

“Eduardo morava em São Conrado e foi correr na ciclovia. Nós íamos nos encontrar em Ipanema depois. Era um dia de ressaca, mas nada absurdo, e ele se foi numa situação trágica em que uma onda bateu e derrubou a ciclovia. Todo mundo acredita que foi negligência, uma construção malfeita, mal elaborada, mal planejada”, narrou o médico.

Em julho, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra 14 pessoas pela queda de trecho da Ciclovia Tim Maia. Os acusados vão responder por homicídio culposo (sem intenção de matar).