O comandante do Grupamento de Buscas e Salvamentos da Brigada Militar, major Jarbas Ávila, afirmou que o trabalho de resgate pelos desaparecidos no rio Jacuí, em Agudo, após a queda de uma ponte na terça-feira, vão durar até que sejam encontrados Nelo dos Santos e Denise Marion Dumke. "A vontade de achar é muito grande. Não existem indícios de que vamos conseguir ou de que não vamos. Para achar tem que procurar e mais cedo ou mais tarde nós vamos encontrá-los", disse.
Três corpos já foram localizados desde a queda, o de Renato Camargo, o de Lori Ella Niemeyer Dumke - mãe de Denise, e do vice-prefeito de Agudo, Hilberto Boeck. Outras 10 pessoas foram tiradas do rio com vida. Neste domingo, os dois cães farejadores empregados nas buscas foram substituídos por uma cadela. A equipe, formada por 15 pessoas e mais voluntários, trabalha dia e noite no rio e em seu entorno para que sejam encontradas as últimas duas vítimas da tragédia.
Neste domingo, mais de 20 quilômetros do rio foram rastreados, mas nem um sinal de sucesso. Quatro botes e dois barcos voluntários também participam do resgate, além de salva-vidas, especialistas em embarcações, policiais militares e quatro representantes da Cruz Vermelha. Os trabalhos devem durar até o escurecer e serão retomados assim que o sol nascer na segunda-feira.
"Buscas vão durar até acharmos os desaparecidos", diz comandante
Polícia faz trabalho de resgate em Agudo por duas pessoas que caíram de ponte na terça-feira