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Culpa por supersalários não é dos beneficiados, diz TCE

Coordenador de Comunicação do Tribunal de Contas do Estado defendeu a decisão do presidente do órgão

O coordenador de Comunicação do Tribunal de Contas do Estado, Marcos Rolim, defendeu nesta segunda-feira a decisão do presidente do órgão, João Osório, de limitar os salários dos servidores da instituição ao teto de R$ 26,7 mil. Segundo ele, as gratificações recebidas no decorrer dos anos foram fruto de funções gratificadas, incorporações e benefícios a partir de legislação apresentada por parlamentares. “Os servidores atingidos pelo ato e que terão os salários reduzidos não são culpados por receber supersalários”, afirmou Rolim, em entrevista ao Programa Esfera Pública.

Rolim ressaltou que muitas vezes o mérito dessas gratificações foi trazendo prejuízos ao Tribunal de Contas oa longo do tempo. Ele explicou que a decisão de Osório demonstrou como é possível corrigir distorções, reduzindo gratificações em 50%. Rolim completou explicando que o corte foi mantido por decisão do Poder Judiciário gaúcho.