Guerreiro lembrou que o jovem entrou na água em uma área própria para surfistas, mas acabou sendo arrastado pela corrente marítima até o local onde havia a rede de pesca. Para o delegado, só uma perícia pode assegurar a suposta eficácia de placas na orla para quem está dentro do mar. A Federação dos Surfistas do Estado informou que a prefeitura de Torres é a única a adotar placas coloridas indicando áreas de pesca e surfe, justamente para facilitar a visualização de quem está na água. O inquérito policial deve ser concluído até o fim do mês.
O resultado da necropsia comprovou que o esportista de 18 anos morreu afogado depois de se enroscar em uma rede de pesca, em 1º de novembro, em Capão Novo, balneário de Capão da Canoa. O jovem se tornou a 49ª vítima de um incidente do tipo, em 26 anos, no litoral gaúcho.