Feira com 1,5 mil vagas temporárias atrai centenas de candidatos em Porto Alegre
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Feira com 1,5 mil vagas temporárias atrai centenas de candidatos em Porto Alegre

Oportunidades são para diversas áreas e salários podem chegar a R$ 2,1 mil

Por
Cláudio Isaías

Candidatos se reuniram desde às 4h

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Um feirão com a oferta de 1,5 mil vagas de empregos temporários atraiu centenas de candidatos na manhã desta segunda no Centro Histórico, em Porto Alegre. Desde às 4h, os candidatos começaram a fazer fila na avenida Júlio de Castilhos para se candidatar a uma das vagas oferecidas por uma empresa de recrutamento e seleção. O cadastro dos candidatos teve início às 9h e segue até as 17h. As oportunidades são para operador de caixa, auxiliar de loja, vendedor, assistente financeiro, telemarketing, auxiliar de operações, entre outras, com salários que podem chegar a R$ 2,1 mil.

Os selecionados deverão começar a trabalhar no mês de outubro, e segundo a coordenadora de seleção da empresa We Can BR, Ticiana Teixeira, estimativa é que 90% das pessoas sejam efetivadas no comércio e no setor supermercadista. Eles estarão empregados para o Dia da Crianças, celebrado em 12 de outubro, para as festas de final, principalmente o Natal, e também para o projeto Verão nos meses de janeiro e fevereiro com a abertura de vagas para o Litoral Norte gaúcho. As vagas de emprego temporário são destinadas para Porto Alegre, Região Metropolitana e Litoral Norte.

A fila dos candidatos iniciou na entrada da empresa, na avenida Júlio de Castilhos, e seguiu até a rua Chaves Barcellos. A expectativa dos recrutadores é que três mil pessoas fossem atendidas no dia de ontem. A ação foi organizada pela antiga AST Facilities que, depois de 20 anos de mercado, mudou a marca para We Can BR.

Para assinalar a novidade, a empresa promoveu o feirão de empregos. Desempregada há dois anos, Gabriele Campos dos Santos, de Alvorada, explicou que chegou às 6h na fila. "Nos últimos dois meses, deixei mais de 40 currículos nas empresas", recordou a jovem que já trabalhou como operadora de caixa em uma rede supermercadista. Já Estácio Cunha, também de Alvorada, que está desempregado há dois meses, disse que esperava conseguir uma colocação em um supermercado.

Luís Fernando Cambraia, de Viamão, desempregado há dois meses, afirmou que tem experiência como vigilante e auxiliar de depósito, mas aceita trabalhar em qualquer função. "Preciso correr atras de uma colocação no mercado de trabalho porque tenho duas filhas para criar", acrescentou.