Segundo Souza, a empresa ofereceu melhorias na participação nos lucros e no Vale-Refeição, mas não aceitou discutir a hora extra. A construtora aceitou que os trabalhadores deixem o canteiro de obras no intervalo. Os funcionários realizam obras no entorno da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, na zona Norte da Capital.
Funcionários da OAS manterão greve em Porto Alegre
Paralisados há quatro dias, trabalhadores rejeitaram proposta da construtora
Os trabalhadores rejeitaram, na manhã desta sexta-feira, a proposta da Construtora OAS e mantiveram a paralisação que já dura há quatro dias em Porto Alegre. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre (Sticc), Valter Souza, os funcionários querem melhorias nas condições de moradia em Porto Alegre, na alimentação e pagamento do passagens para visitar familiares. A maioria dos empregados é do Nordeste brasileiro.
Segundo Souza, a empresa ofereceu melhorias na participação nos lucros e no Vale-Refeição, mas não aceitou discutir a hora extra. A construtora aceitou que os trabalhadores deixem o canteiro de obras no intervalo. Os funcionários realizam obras no entorno da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, na zona Norte da Capital.
Segundo Souza, a empresa ofereceu melhorias na participação nos lucros e no Vale-Refeição, mas não aceitou discutir a hora extra. A construtora aceitou que os trabalhadores deixem o canteiro de obras no intervalo. Os funcionários realizam obras no entorno da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, na zona Norte da Capital.