Os gêmeos também tiveram melhora no quadro de saúde e reagem bem à alimentação oral. Os dois saíram do local reservado na UTI Neonatal para os pacientes em situação mais grave. A previsão dos médicos, segundo a avó, é de que, em quatro semanas, as crianças recebam alta.
Grávida de sete meses, mesmo com gestação de risco, Elisiane não conseguiu leito em hospitais do Sul do Estado, e só encerrou a peregrinação no Vale do Sinos. A demora no atendimento e a forma como a gestante foi transportada até Novo Hamburgo, sem o acompanhamento de um médico na ambulância, motivaram o Conselho Regional de Medicina e a Secretaria Estadual da Saúde a abrirem sindicâncias sobre o caso.