Jornais impressos são seguros no toque e no conteúdo sobre o novo coronavírus
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Jornais impressos são seguros no toque e no conteúdo sobre o novo coronavírus

Correio do Povo implementou medidas preventivas para garantir a segurança de jornalistas, entregadores e leitores

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Correio do Povo

Os meios de comunicação da imprensa profissional são vistos pela população como os mais confiáveis na divulgação de informações sobre a crise do novo coronavírus, segundo pesquisa do Datafolha

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Um dos meios de comunicação mais confiáveis em uma época em que o pânico só aumenta em função de tantas fake news disseminadas em redes sociais sobre o novo coronavírus, o jornal impresso se mostra uma plataforma segura para a saúde da população. De acordo com a International News Media Association (INMA), entidade líder mundial das melhores práticas de imprensa, não há nenhum caso de transmissão de Covid-19 através de jornais, revistas ou outros formatos impressos. No Correio do Povo, todos os cuidados de prevenção têm sido tomados para que o periódico diário há mais tempo em circulação no Rio Grande do Sul continue sendo uma fonte de informação segura de todas as formas.

As medidas de prevenção ao novo coronavírus se iniciaram tão logo a pandemia começou. Nas últimas semanas, toda a redação do CP, que há anos já conta com o abastecimento de álcool em gel, tem tomado cuidados ainda maiores. Além de aumentar a higienização dos equipamentos de uso diário, grande parte dos colaboradores, de jornalistas a outros funcionários, foi deslocada para trabalhar em home office, mantendo o menor fluxo de pessoas possível. Medidas semelhantes foram replicadas nos setores que fazem a ligação direta entre as notícias e o público.

No parque gráfico, onde a maior parte do processo de produção do jornal já é automatizada, com o mínimo de contato no produto final, os trabalhadores, além proteções usuais de áreas industriais, passaram a contar com equipamentos específicos e procedimentos para este momento, ampliando-se a higenização e reduzindo-se os contatos humanos. Os responsáveis pela entrega do Correio do Povo também passaram a receber máscaras e álcool gel.

A empresa ainda reforçou sua equipe de entregadores, com novas contratações. Em artigo publicado no site da INMA, o diretor-executivo Earl J. Wilkinson reforça que várias autoridades da Saúde, como o Centro de Controle de Doenças (CDC, em inglês) dos EUA e a Organização Mundial da Saúde (OMS), informam que o novo coronavírus não dura muito em objetos.

Ele destaca orientação da OMS, que garante que é seguro receber um pacote de qualquer área em o que o Covid-19 tenha sido relatado. Segundo a OMS, a probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa, assim como o risco de pegar o vírus em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas. O artigo cita ainda estudos de cientistas que apontam que o novo coronavírus dura mais tempo em superfícies lisas e não porosas.

TVs e jornais lideram confiança na cobertura sobre Covid-19

Os meios de comunicação da imprensa profissional são vistos pela população como os mais confiáveis na divulgação de informações sobre a crise do novo coronavírus, segundo pesquisa do Datafolha. Enquanto isso, redes sociais e aplicativos de mensagens são vistos como pouco confiáveis em meio à pandemia. De acordo com o levantamento, programas jornalísticos da TV (61%) e jornais impressos (56%) lideram no índice de confiança sobre o tema, seguidos por programas jornalísticos de rádio (50%) e sites de notícias (38%). 

Em posição oposta à imprensa profissional estão os conteúdos que vêm de WhatsApp e Facebook. Nas duas plataformas, apenas 12% dizem confiar em informações sobre o coronavírus. Nelas, o índice dos que dizem não confiar nas informações atinge 58% (WhatsApp) e 50% (Facebook). O levantamento do Datafolha foi realizado de quarta a sextafeira da última semana. A pesquisa foi feita por telefone e não presencialmente, devido à pandemia. Foram ouvidas 1.558 pessoas, e a margem de erro é de três pontos per