Ministro visita áreas de enchente na Bahia e projeta evacuação urgente em pontos de risco

Ministro visita áreas de enchente na Bahia e projeta evacuação urgente em pontos de risco

Destruição com chuvas deixou ao menos 18 mortos, de acordo com Defesa Civil

R7

Ministro sobrevoou áreas atingidas

publicidade

O ministro da Cidadania, João Roma, visitou neste domingo a cidade de Ilhéus, no Sul da Bahia, e as áreas que têm sido fortemente afetada pelas chuvas. O número de mortos subiu para 18, de acordo com a Defesa Civil. No município, Roma afirmou que é crucial neste momento retirar as famílias das áreas de risco. O ministro disse ainda ter conversado neste domingo com o presidente Jair Bolsonaro, que pediu que as ações do governo federal sejam intensificadas para salvar vidas.

"É crucial que, neste momento, a gente reforce o estado de alerta, retire as famílias que estão nas área de risco e trabalhe para preservar vidas. Na sequência, tomaremos todas as medidas para amparar essas pessoas", afirmou o ministro.

Antes de ir a Ilhéus, Roma visitou Nazaré, que teve casas destruídas e mais de 50 famílias deixaram suas residências devido ao risco de alagamento. Ele também citou o rompimento de barragens e a situação do Vale do Jiquiriçá, que também tem sido muito afetado pelas chuvas.

O ministro ressaltou que, em reunião neste sábado (25), foi deliberado a instalação, em Ilhéus, de uma base de operações conjunta entre os governos do estado e federal. “Com isso, melhora a coordenação e a eficácia dessas ações para minimizar o sofrimento da população. O presidente Bolsonaro, com quem já falei agora pela manhã, pediu para reforçar as ações do governo Federal, mandando inclusive novas ações pra cá, não só equipamentos. Agora mesmo chegou um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal e estamos buscando intensificar essas ações de redobrar os esforços para minimizar o sofrimento da população e preservar vidas”, afirmou.

Roma pontuou que as chuvas, que passaram pelo Extremo Sul, atingem agora uma área de abrangência maior. “O rompimento dessas barragens faz com que essas águas cheguem de uma maneira muito veloz, de forma forte, traiçoeira”, disse, ao destacar também o trabalho para liberar estradas que foram bloqueadas pelas chuvas.


Mais Lidas


Correio do Povo
DESDE 1º DE OUTUBRO 1895