Nova estrutura do Clínicas deve começar a funcionar em maio de 2019
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Nova estrutura do Clínicas deve começar a funcionar em maio de 2019

Área de paisagismo dos dois prédios foi entregue nesta segunda-feira

Por
Henrique Massaro

Em novembro, o empreendimento chegou a 94,3% de sua conclusão

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A primeira entrega das obras do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) deve acontecer em maio de 2019. A estimativa foi feita pela diretora-presidente da instituição, Nadine Clausell, na manhã desta segunda-feira, durante a cerimônia de apresentação dos jardins nos dois prédios que vêm sendo construídos.

Durante a entrega dos jardins, a diretora-presidente garantiu que não vai ser possível colocar os dois prédios em funcionamento nos primeiros meses do próximo ano, mas colocou o mês de maio como principal possibilidade. De acordo com ela, essa primeira abertura será do anexo II, principal fluxo para serviços como ambulatórios e hemodiálise.

Com a retirada dos tapumes, a população pôde ver a construção muito perto do fim. Segundo Nadine, as obras estão praticamente prontas, restando apenas os acabamentos. A diretora-presidente também disse que já há licitações encaminhadas para fazer requisições de equipamento junto ao Ministério da Educação – que disponibiliza os recursos – e que, a partir daí, haverá necessidade de liberação de novas vagas para contratação de pessoal, que deve ocorrer de forma escalonada. 

O ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, presente na solenidade, lembrou que, em sua última visita, foram elencadas prioridades e foi repassado todo o recurso para conclusão das obras. A última parcela foi de cerca de R$ 60 milhões. Salientou também que, além dos jardins, foi entregue a torre de elevadores já apropriada pra receber os equipamentos, que já têm aproximadamente R$ 100 milhões assegurados para serem adquiridos. De acordo com Soares, não haverá problemas na contratação de pessoal, cuja pactuação será feita com os serviços das secretarias municipal e estadual de Saúde.

Em novembro, o empreendimento chegou a 94,3% de sua conclusão e 87,2% da instalação de equipamentos obrigatórios. Ao todo, a ampliação será de 70% da área física do local. O prédio também é custoso e requer menos tecnologia do que o complexo I, de maior complexidade.