Onda de calor termina e RS segue com risco de temporais nesta quinta-feira

Onda de calor termina e RS segue com risco de temporais nesta quinta-feira

Temperaturas serão bem mais amenas, mas precipitação pode seguir gerando transtornos em alguns pontos

MetSul

Chuvarada pode se repetir na Capital

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A poderosa, longa e histórica onda de calor a partir desta quinta-feira é estatística. O tão aguardado alívio após 15 dias acima de 40ºC no Estado chega com ingresso de ar mais frio. Muitas nuvens cobrem o Rio Grande do Sul e chove na maior parte do Estado, mas no Oeste e no Sul ocorre melhora e o sol aparece.

Alerta-se para chuva localmente forte e volumosa do Centro para o Norte do Estado, o que inclui a área metropolitana. Há risco de temporais isolados na Metade Norte. A temperatura à tarde estará quase 15ºC abaixo do que vinha se registrando. O vento vira para Sul e sopra moderado com algumas rajadas.

As mínimas rondam os 14ºC em São José dos Ausentes e os 17ºC no Chuí. As máximas, por sua vez, podem chegar a 29ºC em Pelotas e 30ºC em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 20ºC e 26ºC. No Litoral Norte, as marcas se alternam entre 19ºC e 27ºC.

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O período de calor extremo acaba em chuva intensa em algumas cidades e temporais isolados. Um aguaceiro atingiu Porto Alegre no final da tarde, causando grandes alagamentos. Os maiores volumes de chuva se deram no eixo das avenidas Ipiranga e Bento Goncalves com acumulados muito altos em bairros como Cidade Baixa, Menino Deus, Medianeira, Azenha, Santo Antônio, Partenon e Jardim Botânico.

O acumulado de chuva apenas em uma hora, entre 17h e 18h, na estação do Instituto Nacional de Meteorologia no Jardim Botânico, chegou a 47 mm. Há muito tempo a estação não registrava volume tão alto em tão curto período, o que equivale a quase metade da média histórica de precipitação do mês de janeiro inteiro na cidade de Porto Alegre.

Na quinta, o risco de chuva localmente forte a torrencial e temporais se concentra do Centro para o Norte, incluindo a área metropolitana e a Capital. Santa Catarina e Paraná também estão nas áreas de maior risco.


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