RS amanhece sem pontos de bloqueios nas estradas por caminhoneiros

RS amanhece sem pontos de bloqueios nas estradas por caminhoneiros

No entanto, categoria segue mobilizada às margens das rodovias nesta sexta-feira

Rádio Guaíba

No entanto, categoria segue mobilizada às margens das rodovias nesta sexta-feira

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Os protestos dos caminhoneiros, que já prejudicaram o deslocamento de milhares em todo o Rio Grande do Sul, perderam força após a divulgação da carta assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Tanto que, nesta sexta-feira, o Estado amanheceu sem pontos de bloqueios às margens das rodovias.

Em nota, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que mantém efetivo mobilizado nos locais onde há concentração de manifestantes às margens da pista. A corporação segue acompanhando os atos e vai agir em prol da liberação das estradas se forem verificadas ações coercitivas para a retenção de condutores.

A situação é a mesma nas estradas estaduais. O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) não registra pontos de bloqueio desde o final da tarde de quarta-feira, e também monitora o desenrolar dos protestos ao longo do dia.

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Segundo informe mais recente do Ministério da Infraestrutura, feito com base em informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), às 7h30, havia alguns pontos de concentração de manifestantes, que caíram 45% desde a noite dessa quinta-feira (9), e se resumiam a três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia.

“Nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná não há mais qualquer ponto de retenção na malha federal. Há aglomerações sem prejuízos ao livre fluxo de veículos no Mato Grosso e no Pará”, diz o boletim da pasta.

O Palácio do Planalto está mobilizado para convencer os caminhoneiros a liberar as rodovias ao redor do país. A categoria iniciou as manifestações para apoiar o presidente Jair Bolsonaro e criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A administração teme que a paralisação possa se estender e comprometer ainda mais a economia.


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