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Trânsito segue intenso nas vias de acesso à Capital

Greve dos metroviários causou 13 quilômetros de congestionamento na BR 116, em Canoas

BR 116 foi umas das rodovias afetadas pela paralisação
BR 116 foi umas das rodovias afetadas pela paralisação Foto : Pedro Revillion
A lentidão no trânsito começou a diminuir na Região Metropolitana de Porto Alegre após as 10h desta quinta-feira. Em Canoas, há 3 quilômetros de fluxo lento na BR 116, entre o supermercado Bourbon e a estação Niterói da Trensurb devido a uma colisão traseira entre carros, no sentido Interior-Capital. O congestionamento chegou a 13 quilômetros devido ao acréscimo no número de ônibus e carros em substituição aos trens parados pela paralisação dos metroviários.

A lentidão gerou reflexos na avenida Guilherme Shell, em Canoas, e nas principais vias de acesso à Capital. Segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o trânsito começou a desafogar no fim da manhã nas avenidas Castelo Branco, dos Estados e Ceará. Mesmo sem registro de lentidão, o fluxo ainda é intenso na região.

A EPTC reforçou o atendimento das linhas 701 (Vila Farrapos - Voluntários) e 704 (Humaitá) com seis veículos extras. Já a Metroplan liberou 40 coletivos a mais saindo de Canoas e 20 de São Leopoldo em direção à Capital. Além disso, foi suspenso o itinerário do serviço de integração e mantido apenas o funcionamento da linha comum entre Canoas e Porto Alegre.

Nova assembleia às 14h

A paralisação, iniciada na madrugada desta quinta-feira, deve ser mantida pelo menos até as 14h, quando os metroviários realizam uma assembleia para definir se retomam as atividades. O presidente do Sindicato dos Metroviários (Sindimetrô), Renato Schuster, informou que mais de mil pessoas associadas à entidade deixaram de trabalhar hoje e isso afeta toda a linha Trensurb. As estações da empresa amanheceram fechadas, afetando mais de 30 mil usuários. Até o início da tarde, uma média de 80 mil passageiros deve ser prejudicada.

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