Cinzas de vulcão escurecem céu e cobrem cidades do Equador

Cinzas de vulcão escurecem céu e cobrem cidades do Equador

Cinzas atingiram principalmente a cidade de Riobamba e região

Correio do Povo e Agência Brasil

Vulcão Sangay, no Equador, teve várias erupções moderadas ao longo dos últimos dois anos, muitas vezes com pouco impacto

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Os moradores da cidade equatoriana de Riobamba se depararam nessa quinta-feira (11) com céus escuros, quando nuvens de cinzas expelidas pelo vulcão Sangay, situado na região amazônica, se espalharam e cobriram várias cidades pequenas a oeste. O Sangay teve várias erupções moderadas ao longo dos últimos dois anos, muitas vezes com pouco impacto devido à sua localização remota na selva da província de Morona Santiago.

Nas últimas semanas, no entanto, a atividade provocou a dispersão de cinzas em várias cidades andinas, prejudicando as lavouras e o gado. Nessa quinta-feira, uma coluna de cinzas chegou a 8.480 metros acima da cratera do vulcão e estava se movendo para o oeste, informou o Serviço Nacional de Gerenciamento de Risco.

Ela pode atingir cidades da província litorânea de Guayas, acrescentou o serviço. Autoridades cancelaram eventos na província de Chimborazo e recomendaram que os moradores fiquem em casa.

O Equador, parte do "Anel de Fogo" do Pacífico, uma região propensa a terremotos e erupções vulcânicas, tem oito vulcões em seu território.

Grêmio no Equador

O Grêmio enfrentará o Ayacucho, do Peru, na terça-feira, em Quito, cidade que fica a um pouco mais de 160 km de Riobamba. Como a capital equatoriana fica mais ao Norte do país e a coluna de cinzas se desloca para oeste, a delegação do Tricolor não deverá ter problemas ao chegar no Equador, no domingo.

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