"Estou atravessando, há mais de uma semana, uma faringolaringite aguda severa, que me impossibilitou de realizar de forma normal tarefas de governo, e hoje me encontro saindo da convalescença da mesma", disse em carta a presidente argentina se desculpando por não poder estar no Brasil para acompanhar a presidente e outros chefes de Estado na entrega da taça à seleção campeã.
Além de confirmar presença na visita oficial que Putin fará ao país após passar por Cuba e antes de chegar ao Brasil, ela garantiu que estará em Brasília em 15 de julho para reunião do Brics. A presidente lembrou ainda que, na próxima segunda, seu neto Néstor Iván "completa seu primeiro aninho". O pequeno mora em Río Gallegos. "Você imagina, como avó que também é, o desejo que tenho de compartilhar essa data com minha família", acrescentou.
Há mais de uma semana, Cristina Kirchner se encontra de repouso, sem aparecer em qualquer ato público. A carta à Dilma detalha que os médicos aconselharam a presidente argentina a viajar para Río Gallegos - a mais de três horas de avião de Buenos Aires -, desde que descanse no domingo e viaje diretamente de Río Gallegos para Brasília no dia 15. O objetivo é evitar uma recidiva.