O atentado, o mais grave desde a revolução de janeiro de 2011, ocorreu no início da temporada turística no país e em um contexto de ameaça jihadista crescente. Islâmico (EI) reivindicou o ataque contra o Museu Bardo em Túnis, que deixou 21 mortos na quarta-feira, de acordo com uma mensagem de áudio postada nesta quinta-feira em sites jihadistas. O grupo jihadista, que atua na Síria, Iraque e Líbia, ameaçou a Tunísia com novos ataques.
Segundo declarações da presidência, que não forneceu mais detalhes, foram detidos "quatro elementos em relação direta" com o atentado, e "outros cinco suspeitos de ter relação com esta célula" que realizou o ataque. Também foram anunciadas medidas para reforçar o exército e as forças de ordem.
EI reivindica atentado contra museu da Tunísia
Ataque deixou 21 mortos