Pessoas que contraíram cepa sul-africana desenvolvem maior imunidade contra mutações

Pessoas que contraíram cepa sul-africana desenvolvem maior imunidade contra mutações

Identificada no final de 2020, cepa rapidamente se tornou dominante na África do Sul

AFP

Plasma extraído de pessoas infectadas com a variante tem "boa atividade neutralizante"

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Os infectados pela variante da Covid-19 detectada na África do Sul têm maior imunidade a outras mutações do coronavírus, informaram especialistas nesta quarta-feira. Identificada no final de 2020, esta cepa rapidamente se tornou dominante no país africano mais atingido pela pandemia do coronavírus.

Nesta quarta, os cientistas afirmaram que o plasma extraído de pessoas infectadas com a variante tem "boa atividade neutralizante", mesmo contra o vírus da "primeira onda" e potencialmente contra outras variantes que preocupam, como a brasileira.

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O ministro da Saúde da África do Sul, Zweli Mkhize, disse na reunião online que esta descoberta é "uma boa notícia para todos", pois representa um grande impulso para o controle da pandemia. "O 501Y.V2 pode produzir um alto nível de anticorpos que podem até se neutralizar", disse o virologista Túlio de Oliveira.


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