Primeiros lotes de vacina contra Covid-19 deixam fábricas nos EUA

Primeiros lotes de vacina contra Covid-19 deixam fábricas nos EUA

Segundo Exército, 145 centros de distribuição receberão as primeiras doses do imunizante desenvolvido pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech

R7

Trabalhadores da fábrica aplaudiram a saída do caminhão

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Os primeiros caminhões que transportam a vacina, desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech contra o coronavírus, deixaram o estado de Michigan, nos Estados Unidos, na manhã deste domingo. Elas serão levadas até 145 centros de distribuição no país. De acordo com o Exército americano, profissionais da saúde e idosos que vivem em abrigos devem receber os imunizantes na segunda-feira. Estes embarques são os primeiros entre os três previstos para ocorrer ao longo da semana.

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Os veículos deixaram o local por volta das 6h30min deste domingo para dar início ao processo de distribuição da vacina no país. Na fábrica, localizada na cidade de Kalamazoo, os trabalhadores usaram máscaras para carregar caixas contendo frascos da vacina em grandes refrigeradores, embalados, etiquetados e carregados para os caminhões que estavam à espera.

No momento em que o primerio caminhão carregado com contêineres de vacina deixou a fábrica, os trabalhadores da unidade aplaudiram e assobiaram.  Na noite de sexta-feira, reguladores dos EUA autorizaram a vacina da Pfizer e da parceira BioNTech para uso, e o Exército americano acompanhou o embarque dos imunizantes protegidos da fábrica até o destino final.

Os pacotes resfriados com gelo seco da farmacêutica podem transportar até 4.875 doses. A primeira etapa da viagem será da cidade de Kalamazoo até aviões que aguardam nas proximidades. Os trabalhadores carregaram a vacina, que deve ser mantida em temperaturas adequadas, até aeronaves que transportarão os materiais para os centros de carga.

Desses locais, serão transportadas de caminhão ou levadas de avião para instalações próximas aos 145 locais dos EUA previstos para receber as primeiras doses. 

A vacina tem prioridade máxima no país, com espaço reservado em aviões e caminhões em um momento em que o comércio eletrônico cria mais demandas do que as transportadoras conseguem atender. As empresas que transportam a vacina têm experiência no manuseio de produtos médicos frágeis e possuem esfornecimento e restreamento de temperatura e localização.


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