Senado dos EUA inicia análise de Amy Barret, indicada por Trump à Suprema Corte

Senado dos EUA inicia análise de Amy Barret, indicada por Trump à Suprema Corte

Candidata à vice-presidência dos EUA na chapa encabeçada pelo ex-vice-presidente Joe Biden, Kamala Harris irá participar de forma virtual

AE e AFP

Sessões devem ocorrer até a próxima quinta-feira, presididas pelo senador Lindsey Graham

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O Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos iniciou, na manhã desta segunda-feira, audiência com a juíza Amy Coney Barret, indicada pelo presidente americano, Donald Trump, para a vaga aberta na Suprema Corte após a morte de Ruth Bader Ginsburg. As sessões devem ocorrer até a próxima quinta-feira, presididas pelo senador Lindsey Graham. Três dos senadores republicanos que participam do comitê de 22 pessoas não poderão estar no primeiro dia de audiências porque estão em quarentena depois que dois deles testaram positivo para Covid-19, e um terceiro foi exposto a alguém com sintomas.

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"Teremos uma audiência na esperança de que o país aprenda mais sobre a juíza Barrett, a lei e as diferentes formas de julgamento", Lindsey Graham, no início do processo. Ele elogiou a juíza Ruth Bader Ginsburg, cuja morte em setembro abriu caminho para a indicação de Barrett. "Vamos preencher essa vaga com outra grande mulher", disse.

Candidata à vice-presidência dos EUA na chapa encabeçada pelo ex-vice-presidente Joe Biden, Kamala Harris irá participar de forma virtual. Sob pressão dos dois lados, o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, disse que a oposição pretende não garantir o quórum na votação, para atrasar o processo.

Desde a morte de RBG, o Partido Republicano tem sido criticado por acelerar a sucessão da juíza em período tão próximo da eleição. Em 2016, a legenda impediu o então presidente, o democrata Barack Obama, de nomear o sucessor de Antonin Scalia sob o argumento de que aquele era ano eleitoral.


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