Suíça, Islândia e Costa Rica entre os países mais felizes, segundo estudo

Suíça, Islândia e Costa Rica entre os países mais felizes, segundo estudo

Informe Mundial sobre a Felicidade 2015 pretende quantificar e explicar o bem-estar em 158 países

AFP

Costa Rica ocupa a 12ª posição entre 158 países

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A Suíça e os países escandinavos lideram o ranking global de felicidade, segundo um amplo estudo divulgado por acadêmicos nesta quinta-feira em Nova Iorque, que também coloca Costa Rica, México e Brasil nas primeiras posições da América Latina. O Informe Mundial sobre a Felicidade 2015 é o terceiro documento anual que pretende quantificar e explicar o bem-estar em 158 países com o objetivo de influenciar as políticas governamentais em todo o planeta.

Suíça, Islândia, Dinamarca, Noruega, Canadá, Finlândia, Holanda, Suécia, Nova Zelândia e Austrália dominam o top 10. Ou seja, os pequenos e médios países no oeste da Europa ocupam sete das dez primeiras posições. A Costa Rica ocupa a 12ª posição, o México a 14ª e o Brasil a 16ª. Os três estão à frente de Reino Unido, França e Alemanha, que são 21º, 26º e 29º, respectivamente. Os Estados Unidos aparecem em 15º lugar.

A Venezuela, apesar dos problemas de insegurança e escassez, é o 23º país mais feliz do mundo e o 4º da região, muito acima de Argentina e Uruguai, que são 30º e 32º. As variáveis chave do estudo são o PIB per capita, a esperança de vida saudável, o fato de ter alguém em quem confiar, a percepção de liberdade para tomar decisões vitais, a falta de corrupção e a generosidade, afirma o estudo.

Afeganistão e Síria, atualmente em guerra, se uniram aos oito países subsaarianos da África - Togo, Burundi, Benim, Ruanda, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné e Chade - no grupo dos 10 países menos felizes do mundo. Apesar do conflito vivido pelo Iraque, o país aparece em 112º, à frente de África do Sul, Índia, Quênia e Bulgária.

"Este documento mostra como o bem-estar social pode ser alcançado", disse Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia de Nova Iorque. "Não é apenas uma questão econômica, mas também de justiça, honestidade, confiança e boa saúde", acrescentou.

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