Centro de distribuição de calçados falsificados é fechado pela Polícia Civil em Sapucaia do Sul

Centro de distribuição de calçados falsificados é fechado pela Polícia Civil em Sapucaia do Sul

Mercadoria ilícita movimentava meio milhão reais no mínimo por mês e abastecia todo o RS

Correio do Povo

Centro de distribuição de calçados falsificados é fechado pela Polícia Civil em Sapucaia do Sul

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Uma operação contra a pirataria foi deflagrada na manhã desta quinta-feira pela Polícia Civil em Sapucaia do Sul. Um centro de distribuição de calçados com marcas falsificadas, sobretudo tênis esportivos, foi descoberto e fechado pelos agentes da 3ª DP de Canoas, sob comando do delegado Rodrigo Caldas, no bairro Primor. Apenas em um único depósito no local já foram apreendidos em torno de 6 mil pares de tênis. 

O diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, delegado Mário Souza, revelou que o esquema abastecia boa parte do Rio Grande do Sul. Ele fez uma estimativa de que o negócio ilícito movimentava mensalmente meio milhão de reais no mínimo por mês. Em torno de 20 mil pares seriam comercializados por mês. "Os calçados vinham de São Paulo e de Minas Gerais", revelou. No entanto, ele observou que ainda está indefinido se o produto ilícito era fabricado nesses estados ou vinha do exterior, como por exemplo oriundo da China. A ação mobilizou 15 policiais civis em cinco viaturas.

A investigação durou quatro meses e começou em Canoas. Dois comerciantes são suspeitos de coordenarem o esquema. Em Sapucaia do Sul, os policiais civis constataram também que o suposto estabelecimento comercial não possui autorização para a venda em nome das marcas de calçados conhecidas no mercado. “A importância dessa operação é a repressão à violação de direito de marca e a saúde da população, que acaba adquirindo um produto que causa grandes malefícios aos seus usuários”, destacou o delegado Rodrigo Caldas. “Essas ações são necessárias para não permitir os prejuízos à saúde das pessoas, principalmente em questões ortopédicas”, acrescentou o delegado Mário Souza. O trabalho investigativo terá prosseguimento.


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