O procedimento investigatório criminal iniciou com base em denúncias de que o conselheiro tutelar também exercia o crime de agiotagem junto a integrantes da comunidade carente de Horizontina, fato que foi comprovado por meio de escutas e cadernetas apreendidas na casa dele. O MP segue agora apurando as condutas do investigado sob o ponto de vista criminal.
O Ministério Público espera o fim da perícia no computador e na munição encontrada para denunciar o conselheiro.