Polícia Civil investiga mais um assassinato ocorrido no interior de Gravataí

Polícia Civil investiga mais um assassinato ocorrido no interior de Gravataí

Vítima seria um caseiro de uma propriedade rural

Correio do Povo

Agentes da DPHPP estiveram no local junto os peritos do IGP em buscas de pistas sobre os autores do crime

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A Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Gravataí investiga mais um assassinato misterioso registrado no interior do município. No domingo foi encontrado morto um homem, sem qualquer identificação, dentro de um sítio situado na rua São José, no bairro Costa do Ipiranga. O dono da propriedade rural é quem fez a descoberta do crime.

O titular da DPHPP de Gravataí, delegado Eduardo Limberger do Amaral afirmou na manhã desta segunda-feira que o corpo da vítima apresentava cortes no pescoço. “Ele foi morto na parte externa de um galpão com quatro golpes de arma branca no lado esquerdo do pescoço”, disse. “Sabemos que se trata do caseiro do sítio, cuja identificação ainda não temos, pois o proprietário do local sabe apenas seu primeiro nome e não havia documentos no local”, observou. “Ele seria estrangeiro, em princípio de nacionalidade uruguaia”, acrescentou.

Segundo Limberger do Amaral, na parte interna do galpão “havia vestígios de que ocorria uma festa no local com bebidas alcoólicas”. Ele constatou ainda a inexistência de câmeras de monitoramento na propriedade rural. “Hoje vamos ouvir o proprietário”, adiantou. O depoimento poderá confirmar, por exemplo, a informação de que a vítima trabalhava havia cerca de dois meses no local. A equipe de investigação aguarda ainda os laudos feitos pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) na cena do crime

Na tarde de quinta-feira passada havia sido assassinado o comerciante Joaquim Azevedo de Souza, 61 anos, dentro da residência situada na Estrada do Rosário, na localidade de Morungava, no interior do município. Um celular e a carteira não foram encontrados no local.

O delegado observou que as hipóteses apuradas em princípio são de assassinato ou latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Segundo ele, o corpo da vítima apresentava “diversos ferimentos provocados por um espeto ou outro instrumento contundente e boa parte das lesões estavam concentradas na cabeça”.


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