Após agentes da Polícia Civil e do Ministério Público cumprirem mandado de busca e apreensão na casa de jogos Winfil, na zona Sul de Porto Alegre, no fim da tarde de segunda-feira, o local amanheceu fechado na terça. Conforme o advogado da empresa, Laerte Gschwenter, os proprietários estão contabilizando os prejuízos decorrentes das apreensões realizadas, que incluíram valores e ceduleiras (equipamento para inserir dinheiro) de máquinas no local.
A Winfil usa como defesa uma liminar que foi emitida na tarde de sexta-feira, 27 de outubro, autorizando o funcionamento do local, que conforme a defesa da empresa se sobrepõe a uma segunda decisão judicial, concedida à Polícia Civil, supostamente emitida anteriormente, ainda na manhã do mesmo dia.
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O local segue sem prazo para reabrir, mas o advogado garantiu que os proprietários devem recorrer da decisão e também tentarão reaver os equipamentos confiscados durante a operação. Sobre o dinheiro recolhido, o advogado admitiu que não deve haver contestação. Na hora da ação, Geschwenter classificou a ação como “absurda, abusiva, lamentável e inadmissível”.
Winfil promete recorrer da decisão e reaver máquinas apreendidas
Advogado da empresa de jogos admitiu que dinheiro confiscado não deve haver contestação