Primo de Alcolumbre é preso em operação de combate ao tráfico

Primo de Alcolumbre é preso em operação de combate ao tráfico

Operação Virake cumpre 73 mandados contra o tráfico em 9 estados

R7

Primo de Alcolumbre é preso em operação de combate ao tráfico

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Isaac Alcolumbre, primo do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), foi preso pela PF (Polícia Federal) na manhã desta quarta-feira (20) no Amapá. A operação apreendeu grande volume de dinheiro na mesma digilência. Os valores ainda estão sendo contados pelos agentes. Ao todo, 68 pessoas físicas e jurídicas são alvo das medidas, que incluem sequestro de bens, direitos e valores. O bloqueio de ativos alcança R$ 5,8 milhões. 

Por meio da assessoria, o senador disse que soube da prisão pela imprensa e explicou que Isaac Alcolumbre é filho de Salomão Alcolumbre, tio dele. Portanto, o suspeito é primo do senador. Davi Alcolumbre divulgará uma nota sobre o caso ainda hoje. Com o apoio do MPF (Ministério Público Federal), a PF realizou a Operação Vikare com o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

O grupo suspeito utilizava o Amapá como base operacional para importar e transportar drogas com aeronaves para diferentes pontos do País. Ao todo, cerca de 300 policiais federais foram às ruas para cumprir 24 mandados de prisão preventiva, além de 49 mandados de busca e apreensão.

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Quatro mandados de busca e dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos em empresas e residências, localizadas em Macapá, além de um aeroporto particular. Outras ordens judiciais foram cumpridas contra pessoas físicas e empresas no Pará (Belém e Ananindeua), Amazonas (Manaus e Itacoatiara), Piauí (Teresina), Ceará (Fortaleza), Mato Grosso do Sul (Campo Grande, Paranhos e Aral Moreira), São Paulo (capital e Sorocaba), Rio de Janeiro (capital) e Paraná (Foz do Iguaçu e Londrina).

O nome da operação, Vikare, se refere à Mitologia Grega, sendo conhecida pela sua tentativa de deixar Creta voando. A tentativa foi frustrada, resultando em queda Mar Egeu. Então o nome da operação faz referência a duas tentativas frustradas de voos que sairiam do Amapá, uma porque a aeronave caiu (causas desconhecidas) e uma segunda aeronave foi interceptada.


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