Frota da aviação agrícola cresce 3%

Frota da aviação agrícola cresce 3%

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A aviação agrícola brasileira fechou 2020 com aumento de pelo menos 3% na frota, que passou a ter 2.350 aeronaves, conforme previa o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). “A quantidade de área tratada cresceu em plena pandemia, o que demandou mais aviões”, justifica o diretor-executivo do Sindag, Gabriel Colle. O número de sócios também se elevou, de 98 em 2015 para 193 em 2020, dentro de um universo de 215 empresas aeroagrícolas em operação. 
Para 2021, a meta é manter esse padrão de crescimento e melhorar a rentabilidade do setor, já que, com a alta do dólar e do preço dos combustíveis, o custo aumentou 60% em cinco anos. Também está entre os projetos do Sindag aumentar a participação de capacitações de 60 mil (em 2020) para 100 mil pessoas, com eventos híbridos. “Neste ano, os drones de pulverização devem ser regulamentados pelo Ministério da Agricultura, o que também deve beneficiar a atividade”, acrescenta Colle, referindo-se a um marco legal esperado pelo setor.
O presidente do Sindag conta ainda que problemas relacionados à deriva de agrotóxicos não decorreram de aplicações aéreas em 2020, o que, para ele, mostra que o trabalho de orientação de diferentes frentes está dando resultado.


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