Polícia Civil e IGP apuram responsabilidades e causas no acidente em parque de diversões em Imbé

Polícia Civil e IGP apuram responsabilidades e causas no acidente em parque de diversões em Imbé

Inquérito foi aberto inicialmente como lesão corporal culposa decorrente de imprudência ou negligência

Correio do Povo

Local foi interditado e isolado

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A Polícia Civil e a Seção de Engenharia do Instituto-Geral de Perícias (IGP) já começaram a apurar as responsabilidades e causas da queda do carrinho de montanha-russa no parque de diversões no final da noite de terça-feira em Imbé, no Litoral Norte. O trabalho dos peritos do IGP na manhã desta quarta-feira no local está sendo acompanhado também pelo  9º Batalhão de Bombeiros Militar. O parque foi interditado e está isolado. Quatro pessoas, todas de São Leopoldo, ficaram feridas.

Nos próximos dias, os agentes da DP de Imbé vão ouvir testemunhas e as vítimas do acidente. O operador da montanha-russa e o encarregado da manutenção já foram ouvidos preliminarmente. Em entrevista à Record TV RS, o delegado Antônio Carlos Ractz declarou que o caso está sendo tratado inicialmente como lesão corporal culposa decorrente de imprudência ou negligência.

Segundo ele, a investigação também vai buscar detalhes sobre o alvará de funcionamento e as condições de todos os brinquedos do parque, bem como a manutenção dos equipamentos, entre outras questões.

"Nós vamos fazer um pente-fino em todas as atrações desse parque de diversões. Ele só voltará a funcionar se tiver uma liberação. Nós vamos apurar uma eventual responsabilidade dos proprietários se agiram com culpa nesse caso", afirmou o delegado, que vai aguardar ainda o laudo do IGP, cujo prazo é de até 30 dias.

A reportagem do Correio do Povo está tentando contato com a direção e com o advogado do parque de diversões. Nesta manhã, a Prefeitura de Imbé divulgou uma nota oficial sobre o caso.

Foto: Polícia Civil / Divulgação / CP



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