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17/02/2014 15:31 - Atualizado em 17/02/2014 17:20

Justiça determina reajuste de 7,5% aos rodoviários

TRT julgou dissídio da categoria em Porto Alegre

Julgamento ocorre na sede do TRT<br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
Julgamento ocorre na sede do TRT
Crédito: Tarsila Pereira
Julgamento ocorre na sede do TRT
Crédito: Tarsila Pereira

O percentual de reajuste dos salários dos rodoviários está decidido. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou no julgamento do dissídio da categoria que o valor do aumento será de 7,5%. A decisão, ocorrida na tarde desta segunda, no TRT, teve sete votos favoráveis pelo índice e dois votos pelo reajuste da inflação. Os rodoviários queriam 14% de aumento salarial. A última proposta dos empresários foi o mesmo índice determinado pela Justiça: 7,5%.

O banco de horas da categoria deverá ser extinto pelas empresas até 31 de julho deste ano. Os rodoviários questionavam a prática do acúmulo de horas-extras para serem transformadas folgas posteriores

Em relação ao plano de saúde, fica determinado que a contrapartida mensal dos rodoviários vai ser de R$ 10, em vez de R$ 40. Sobre o banco de horas, ficou estabelecido que segue mantido até 31 de julho. O TRT4 examinou hoje 65 cláusulas. As 52 extras que a comissão de negociação de greve pretendia incluir no julgamento não serão analisadas agora, o que pode fazer com que os rodoviários protestem, nos próximos dias.

O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) não deverá recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), mesmo que as definições dos desembargadores e juízes não sejam as mais favoráveis aos empresários. “Esperávamos que julgassem pela correção da inflação, mas vamos acatar”, diz o advogado da entidade, Alceu Machado.

O desembargador João Ghisleni Filho destaca que, em geral, o julgamento de dissídios coletivos resultam em reajuste baseado no INPC, mas havia negociação anterior que definia o percentual concedido pela corte.

A comissão de negociação dos rodoviários irá se reunir hoje, às 20h, na sede regional da CUT, para discutir as decisões estabelecidas no julgamento.

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Fonte: Correio do Povo e Samantha Klein / Rádio Guaíba






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