Porto Alegre, segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

  • 14/04/2014
  • 20:32
  • Atualização: 21:27

Chile iniciará reconstrução, após terremoto no norte e incêndio em Valparaíso

Governo estuda construção de casas e subsídio de aluguel para as 8.000 vítimas

Chile iniciará reconstrução, após terremoto no norte e incêndio em Valparaíso | Foto: AFP / CP

Chile iniciará reconstrução, após terremoto no norte e incêndio em Valparaíso | Foto: AFP / CP

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  • AFP

O governo da presidente Michelle Bachelet iniciará simultaneamente a reconstrução do norte do Chile, atingido por um terremoto há duas semanas, e das colinas afetadas por um grande incêndio em Valparaíso, que ainda está ativo.  "Sabemos que é um teste enorme para as famílias afetadas, mas podem estar certos de que estamos disponibilizando todos os recursos para lidar com essa tragédia, para começar a realocação das famílias e a segunda fase de reconstrução", declarou Bachelet nesta segunda-feira.

Para as 8.000 vítimas, estuda-se a possibilidade de construir casas, fornecer subsídios para aluguel e ajuda para aqueles que foram morar com parentes. De acordo com o porta-voz do governo, Alvaro Elizalde, em Valparaíso foi implantada a maior operação de combate a incêndios que se tem notícia. 

Contudo, assegurou que o governo continuará a trabalhar simultaneamente na ajuda e plano de reconstrução no norte, na região de Tarapaca, atingida por um terremoto de 8,2 de magnitude há duas semanas."A situação é bastante complexa. Foram dois desastres em um curto espaço de tempo, um terremoto de grande destruição no norte e este infeliz incêndio em Valparaíso", declarou Elizalde.

Bachelet quer cumprir com as 50 medidas anunciadas para os primeiros 100 dias de seu governo, que incluiu ambiciosas reformas fiscal, educacional e constitucional. A presidente suspendeu a viagem à Argentina prevista para terça-feira, mas após se reunir com os ministros do comitê de emergência manterá o restante de sua agenda e já anunciou a criação de uma comissão para reformar o sistema de saúde privado. "O governo mantém a sua agenda, e se tivermos que trabalhar três vezes mais, nós o faremos", disse o porta-voz.



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