Porto Alegre, sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014

  • 20/05/2014
  • 09:50
  • Atualização: 10:18

20º Grito da Terra reúne milhares em Porto Alegre

Agricultores se concentraram no pátio do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Agricultores estão reunidos em Porto Alegre | Foto: Dico Reis / Rádio Guaíba / Especial / CP

Agricultores estão reunidos em Porto Alegre | Foto: Dico Reis / Rádio Guaíba / Especial / CP

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

Pelo menos mil agricultores familiares se reuniram na manhã desta terça-feira no pátio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, na rua Loureiro da Silva, área central de Porto Alegre. Mais de 50 ônibus chegaram à Capital desde as 7h para participar do 20º Grito da Terra Brasil

A solução para a demarcação de terras, a distribuição de protetor solar pelo governo e a educação no campo são algumas das principais reivindicações dos agricultores ligados à Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag). 

A expectativa dos organizadores é de que cerca de 5 mil pessoas, de 352 sindicatos de trabalhadores rurais, participem da atividade. Por volta do meio-dia, os manifestantes devem se deslocar até o Palácio Piratini, sede do governo do Estado, para pressionar o governador Tarso Genro.

Os agricultores familiares irão se dividir para reivindicar em diferentes locais da cidade. Um grupo irá para a Caixa Econômica Federal para fazer pressão para que sejam liberados recursos para a habitação rural, outra parte irá para a Secretaria do Desenvolvimento Rural para tratar da questão indígena. Ainda estão no roteiro o Ministério do Emprego e a Secretaria de Saúde do Estado. Representantes da Fetag devem acompanhar a discussão em Brasilia com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto.

Além de Brasília, os atos ocorrem em outros 26 estados, devendo reunir 50 mil pessoas, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch. De acordo com ele, a pauta prevê aumento dos recursos de investimento e custeio para agricultores familiares, a implementação de um novo plano de reforma agrária e a melhoria dos atuais assentamentos, entre outros pontos.


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