Porto Alegre, 30 de Janeiro de 2015

Entre Tinga e Anderson

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

A trajetória de Anderson me faz lembrar Tinga.
Quando garoto, Tinga atuava feito um ponteiro direito pelo Grêmio.
Foi negociado para o Japão onde acabou primeiro volante.
Retornou ao Botafogo como volante e, depois, no Grêmio, passou para a segunda função. No Inter, realizou a segunda e terceira funções, ajudando o ataque e os volantes.
Jogador competente, interessantíssimo.
Um dos raros a fazer o vaivém tão importante no futebol dos dias de hoje.
Anderson começou como meia-atacante e muito cedo foi negociado pelo Grêmio para o exterior.
Aos poucos, teve que se adaptar como volante na Inglaterra.
Anderson foi liberado pelo Manchester United para procurar clube.
Conquistou títulos na Inglaterra mas não estava bem, tanto que andou emprestado para a Fiorentina.
De um dirigente do Inter sobre a possível contratação de Anderson:
“É notícia plantada”.
Minha intuição é de que a notícia plantada vai crescer e dar fruto.




Grêmio e Inter negam responsabilidade sobre fiscais de ingresso de público nos estádios

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

Grêmio e Inter negam responsabilidade sobre fiscais de ingresso de público nos estádios

Representantes dos dois times da Capital foram ouvidos pelo MPT, que move processo contra a Federação Gaúcha de Futebol por terceirização irregular destes profissionais

Foi realizada na manhã desta quinta-feira (29) audiência administrativa na sede do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) para ouvir representantes dos clubes Grêmio e Internacional quanto à situação dos fiscais de arrecadação dos jogos nos estádios. O MPT move ação civil pública (ACP) contra a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) e o seu presidente Francisco Novelletto Neto, buscando a responsabilização pela terceirização ilegal das atividades de controle de ingresso de público nos estádios, que servem para apurar o valor de bilheteria que será retido pela FGF em cada jogo.

Em reunião com o procurador do Trabalho Philippe Gomes Jardim, responsável pelo caso, representantes do Grêmio e do Internacional negaram ter qualquer responsabilidade sobre a contratação do pessoal e gestão do trabalho destes fiscais. A defesa judicial da FGF, assinada pelo advogado Luiz Fernando Costa, alegou no processo que a responsabilidade pelo acesso do público nos estádios é dos clubes, e que a contratação da empresa terceirizada é feita pelo clube mandante.

Segundo o entendimento do MPT, há uma tentativa da FGF de repassar aos clubes uma responsabilidade que a própria lei atribui à Federação: “Nos causou estranheza a atribuição desta responsabilidade aos clubes, e por isto convocamos esta audiência, para ouvi-los. Tanto é que esse pessoal responsável pela fiscalização sempre está identificado com uniforme da FGF, e trabalha ao lado do pessoal próprio dos clubes”, explica o procurador. De acordo com o Regulamento Geral das Competições, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e do Estatuto do Torcedor, a fiscalização é atribuição da Federação de Futebol local, que deve divulgar a renda da partida e o número de torcedores presentes. A atividade de fiscalização de ingresso de público tem esse objetivo.

Ação fiscalizatória do MPT e do MTE apurou, em jogo na Arena do Grêmio, que havia vínculo trabalhista dos fiscais contratados por empresa terceirizada diretamente com a FGF, caracterizando fraude trabalhista. Na ACP, além da regularização da conduta da Federação, com o registro de todos os trabalhadores, o MPT requer a condenação dos réus ao pagamento de indenização, a título de danos morais coletivos, de R$ 10 milhões, e a declaração do réu Francisco Novelleto como inadimplente de contribuições trabalhistas, o que o tornaria inelegível para cargos eletivos, segundo a Lei Pelé. Também há pedido para que os réus promovam campanha de combate à fraude trabalhista.





Sugestões para o Gauchão

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

Prezado Hiltor,

Em primeiro lugar eu gostaria de externar meu respeito e admiração por ti.
Desde a primeira vez que li teus comentários eu procuro acompanhar o que escreves. Gosto muito do conteúdo de tua coluna, bem como do teu estilo único de escrever.

Agora, vamos ao motivo do e-mail.

Já vi várias vezes que publicas em teu blog e-mails que recebe, se os julga convenientes, interessantes e/ou relevantes.

Vou tentar dar uma pequena contribuição. Se julgares digna, sinto-me honrado de vê-la publicada. Senão, não há problema algum. O que importa é que fica registrada a ideia.

Percebo que o Campeonato Gaúcho desperta pouco interesse, tanto na dupla Gre-Nal, quanto aos torcedores dessa. A nível nacional o desdém é ainda maior, e a razão é simples. Todos sabem que, depois de um período de tempo no qual os times gaúchos se digladiam, o campeão é decidido (direta ou indiretamente) através do resultado de um clássico Gre-Nal. Com raras exceções.

Não pretendo mudar a fórmula. Estou longe de ter uma solução para isso. Contudo, acredito que o Gauchão poderia se tornar mais interessante se fosse usado como laboratório, a fim de testar algumas mudanças nas regras do futebol, que poderiam quem sabe melhorar o velho esporte bretão.

Poderia se testar algumas ideias envolvendo uma reformulação na contagem de pontos: não seria mais aceito o empate, o jogo neste caso seria decidido nos pênaltis. O vencedor leva 2 pontos ao invés dos 3 para vitória no tempo normal, enquanto o perdedor nada recebe. Poderia se mexer nas regras de substituição, aumentando o limite. Ou até mesmo revolucionando o tema, permitindo que um jogador substituído volte a campo.

Mas acima de tudo, deveria se optar por testar novas regras que pudessem coibir as faltas no jogo. O Campeonato Gaúcho, longe de ser “charmoso” é conhecido por ser “pegado”, duro, peleado, grosseiro, violento até. São jogos feios, muito travados, nos quais se abusa do recurso da falta.

Assim minha propostas seriam:

1. Criar um limite de faltas para os times durante a partida. Depois deste limite (digamos 10 faltas) a equipe não poderia mais montar barreira.

2. Criar um limite de faltas por jogador. Por exemplo, um jogador receberia um cartão amarelo automaticamente após cometer 7 faltas, e um segundo cartão amarelo (consequentemente um vermelho) após cometer 10 faltas, mesmo que nenhuma delas fosse violenta. Claro que ainda ficaria a critério do árbitro dar cartão por entradas violentas. Neste caso, a falta não contaria para a contagem, mas ter um amarelo e receber outro pelo “conjunto da obra” acarretaria em expulsão prematura.

Creio que estas duas mudanças simples ajudariam a disciplinar as equipes e jogadores para que nosso Gauchão se tornasse um campeonato mais bonito, melhor jogado. E também atrairia olhares curiosos do resto do país, e quem sabe do exterior, curiosos para analisarem os resultados das novas ações.

Quem sabe assim, no futuro, ao se adotar medidas experimentadas neste “laboratório”, o Rio Grande não pode ser considerado um pioneiro?

Obrigado, Hiltor, por esta oportunidade. Sinto ter me estendido tanto. Um grande abraço e continue o bom trabalho.


Luiz Ulisses Bender




Um Grêmio ali na frente

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

Com o andar da carruagem e se ninguém mais for vendido, o Grêmio deverá ter, do meio para frente, Wallace e Fellipe Bastos; Douglas e Giuliano; Luan e Barcos.
Moreno tem mais recursos técnicos do que Barcos, mas deve ir para a reserva.
O Grêmio quer mesmo o título do Gauchão?
Então não pode nem pensar em vender Rhodolfo.




Venda de bebidas nos estádios, mais

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

O assunto é polêmico e, como tal, tem prós e contras.
Falo da comercialização de bebidas alcoólicas nos estádio de futebol.
Romildo Bolzan Jr. quer a liberação para faturar com a exposição da marca do fabricante na Arena e arredores do estádio.
Acha que o Grêmio ganharia R$ 4 milhões/ano.
Aposto como ganharia o dobro.
Falei sobre isto esta semana aquai mesmo na coluna e também no meu blogue.
Os leitores se dividiram nos comentários e e-mails.
Não vai muito, o ex-ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu  a liberação da venda de bebidas alcoólicas em estádios brasileiros após a Copa do Mundo:
“Eu não vejo sentido em proibir dentro dos estádios, em recinto privado, algo que as pessoas fazem legalmente e publicamente nos bares e restaurantes ou privadamente em suas casas”.
Desconheço um estudo mostrando se a violência parou, aumentou ou diminuiu após a proibição.
Este estudo seria importante.
Romildo diz, e é verdade, que os bebuns enchem a cara na periferia da Arena em dias de jogos e chegam no estádio prontos e já aprontando pelo caminho.
Não há fiscalização.
Aliás, não há fiscalização para quase nada no Brasil.
Para liberar a bebida os clubes precisariam primeiro barrar a entrada dos vândalos de carteirinha.




A turma que vai a reboque

Postado por Hiltor Mombach em 29 de janeiro de 2015 - Esportes

Os clubes de futebol brasileiros seguem a regra de que quem pode mais, chora menos.
Ou não chora. Flamengo e Corinthians não choram suas gordas cotas de TV.
Com apoio da CBF e Globo, podem mais.
A turma que vem a reboque chora mais porque acha que pode menos.
Como quem não chora, não mama, a turma do reboque não mama e fica mais raquítica a cada ano.
Quem ganha além dos dois clubes?
A Globo.
Fosse unidos, os clubes brigaram todos por mais grana.
Mas nunca houve união.
Nem em 1987, quando da criação do Clube dos 13.
Ali a CBF abdicou de organizar o Campeonato Brasileiro por falta de recursos.
Ali os clubes poderiam ter criado a Liga Brasileira de Futebol Profissional.
Ficou no papel, no sonho não realizado.
Mas está se criando um caldo para a turma do reboque.
Romildo Bolzan Jr. foi chorar as pitangas no ombro do homem forte da CBF, Marco Polo Del Nero. Quer as fatias do bolo mais equilibradas.
Nero não vai colocar fogo nesta questão pois está a reboque da Globo.
Mas se Romildo  tiver apoio de Cruzeiro, Inter, Atlético Mineiro, Fluminense, Vasco… as coisas mudam.
Não há futebol pela TV sem time de futebol e não há Brasileiro com Flamengo e Cruzeiro apenas.
A turma do reboque não sabe da sua força.
Unida, monta uma Liga se quiser.
Desunida, segue como está.
A reboque.




Barcos navega entre os titulares. Separado de Moreno

Postado por Hiltor Mombach em 28 de janeiro de 2015 - Esportes

O time do Grêmio que começou o coletivo desta quarta-feira: Marcelo Grohe; Matías Rodríguez, Rhodolfo, Marcelo Oliveira e Marcelo Hermes; Fellipe Bastos, Araújo, Galhardo, Douglas e Luan; Barcos.
Os reservas: Léo; Raul, Rafael Thyere, Erazo e Júnior; Gabriel Silva, Balbino, Lincoln e Pedro Rocha; Marcelo Moreno e Everaldo.
Barcos navegou um time e Moreno no outro.




Vamos pagar mais esta conta

Postado por Hiltor Mombach em 28 de janeiro de 2015 - Esportes

Da capa do site do Correio do Povo
O balanço do terceiro trimestre de 2014 divulgado pela Petrobras na madrugada desta quarta-feira não levou em conta o cálculo que apontou para a perda de R$ 88,6 bilhões nos ativos da companhia por corrupção ligada à operação Lava Jato.
O número não foi usado, de acordo com a presidente da estatal, Graça Foster, porque a metodologia que apontou o valor não foi considera adequada.




Torcedor irritado

Postado por Hiltor Mombach em 28 de janeiro de 2015 - Esportes

Do Terra:
“Revoltados com o fato de a TV Globo ter ignorado o nome do reformulado estádio do Palmeiras nas transmissões no Allianz Parque até aqui, torcedores palmeirenses se movimentam nas redes sociais para fazer com que a emissora pague simbolicamente na mesma moeda.
A sugestão feita por alguns internautas e aderida pela maioria da torcida no Twitter é de não se referir mais à Rede Globo de Televisão pelo seu nome.
A solução?
Chamá-la, apenas, de RGT.
Seria, mais ou menos, a cópia do que a emissora fez com o Red Bull Brasil (“batizado de RB Brasil”) exatamente no duelo diante do Palmeiras domingo.
A revolta dos palmeirenses foi grande e dominou o Twitter.”




Mudança no pay-per-view

Postado por Hiltor Mombach em 28 de janeiro de 2015 - Esportes

Romildo Bolzan propôs à CBF mudança na fórmula do Brasileiro e nas distribuições de cotas e pay-per-view da TV.
Hoje, o pay-per-view já representa para o Grêmio 20% do total pago pela TV.
Foram mais de R$ 10 milhões em 2014.
A TV paga uma cota mínima referente ao pay-per-view e a divisão do bolo é feita de acordo com um ranking de torcedores. Em 2015 os clubes da Série A devem retear cerca de R$ 300 milhões.
O Flamengo lidera o ranking de vendas do pay-per-view e deve faturar R$ 45,4 milhões em 2015.
O Corinthians, R$ 38,4 milhões.
Bolzan quer que esse valor seja dividido de maneira diferente, priorizando quem ganha menos.
Mais clubes querem o mesmo.
Antes relegado, o dinheiro do pay-per-view começa a atrair os cartolas.
Motivo: os números apresentados pela Globo mostram que, enquanto as vendas do sistema por assinatura sobem, a audiência na TV aberta cai.
Mais dinheiro para distribuir entre os clubes.
Como ficarão as cotas de TV a partir de 2016: 1) Flamengo e Corinthians: R$ 170 milhões; 2) São Paulo: R$ 110 milhões; 3) Vasco e Palmeiras: R$ 100 milhões; 4) Santos: R$ 80 milhões; 5) Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo: R$ 60 milhões.
Pode?




Uma sugestão de distribuição das cotas de TV

Postado por Hiltor Mombach em 27 de janeiro de 2015 - Esportes

Bom dia amigo Hiltor.
Lendo seu blog de hoje, concordo plenamente que algo precisa ser feito.
Ou mudam as regras, ou mudem a emissora…da forma que está, a cada ano que passa fica mais difícil, ou melhor, IMPOSSÍVEL que a dupla Gre-Nal ou qualquer outro clube consiga brigar com Corinthians e Flamengo, ou com a elite Paulista e Carioca.
Acredito que são poucas as alternativas… cito algumas:
- Volta do CLUBE dos 13, para renegociar as cotas de TV em conjunto, distribuindo conforme regras e cálculos.
- Que o Governo e a CBF criem uma Lei que possa vigorar sobre a negociação e a CBF seria o órgão responsável por administrar e executar a Lei.
- Que Grêmio, Inter se unam aos clubes de Santa Catarina e do Paraná, e JUNTOS, negociem com a Globo ou com outra TV. Só assim… unindo os tres Estados é que teremos força para brigar.
Abaixo uma comparação com uma nova fórmula de cálculo onde as regras seriam:
1 – 50% da cota de R$ 1,3 Bilhões, seriam divididos igualmente entre os 20 clubes da série A2
- 25% da cota, seria dividido conforme a classificação do último campeonato.3 – 25% da cota, seria dividido conforme Classificação e Ranking da CBF
Veja que:
1 – A diferença do menor para o menor passaria de R$ 135 Milhões, para “apenas” R$ 60 Milhões
2 – A diferença da dupla Gre-Nal para a maior cota, passaria de R$ 100 Milhões, para “apenas” R$ 26 Milhões
3 – A “vantagem” financeira e administrativa estaria diretamente ligada a RESULTADOS e também a GESTÃO, e não mais a favorecimentos.
Ou seja…. com uma fórmula clara e JUSTA de distribuição de verbas, os clubes ou a CBF negociariam apenas a “VERBA GLOBAL” que hoje gira em torno de R$ 1,3 bi por ano.
Forte abraço.
Eduardo Toledo / Caxias do Sul

 

Ranking
Classif.
SUGESTÃO
CBF
2014
CLUBE
CALCULO ATUAL
50% Igualmente
25% Classif.
25% Ranking CBF
NOVO TOTAL
1
1
CRUZEIRO
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 35.000.000,00
R$ 35.000.000,00
R$ 102.625.000,00
7
2
SÃO PAULO
R$ 110.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 30.000.000,00
R$ 18.000.000,00
R$ 80.625.000,00
9
3
INTER
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 28.000.000,00
R$ 16.000.000,00
R$ 76.625.000,00
2
4
CORINTHIANS
R$ 170.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 26.000.000,00
R$ 30.000.000,00
R$ 88.625.000,00
6
5
ATLÉTICO MG
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 25.000.000,00
R$ 20.000.000,00
R$ 77.625.000,00
8
6
FLUMINENSE
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 20.000.000,00
R$ 17.000.000,00
R$ 69.625.000,00
4
7
GREMIO
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 18.000.000,00
R$ 26.000.000,00
R$ 76.625.000,00
10
8
ATLÉTICO PR
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 17.000.000,00
R$ 15.000.000,00
R$ 64.625.000,00
5
9
SANTOS
R$ 80.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 16.000.000,00
R$ 25.000.000,00
R$ 73.625.000,00
3
10
FLAMENGO
R$ 170.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 15.000.000,00
R$ 28.000.000,00
R$ 75.625.000,00
20
11
SPORT
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 14.000.000,00
R$ 5.000.000,00
R$ 51.625.000,00
15
12
GOIAS
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 13.000.000,00
R$ 10.000.000,00
R$ 55.625.000,00
21
13
FIGUEIRENSE
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 12.000.000,00
R$ 5.000.000,00
R$ 49.625.000,00
14
14
CORITIBA
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 11.000.000,00
R$ 11.000.000,00
R$ 54.625.000,00
30
15
CHAPECOENSE
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 10.000.000,00
R$ 5.000.000,00
R$ 47.625.000,00
13
16
PALMEIRAS
R$ 100.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 9.000.000,00
R$ 12.000.000,00
R$ 53.625.000,00
17
17
VITORIA
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 8.000.000,00
R$ 8.000.000,00
R$ 48.625.000,00
16
18
BAHIA
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 7.000.000,00
R$ 9.000.000,00
R$ 48.625.000,00
11
19
BOTAFOGO
R$ 60.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 6.000.000,00
R$ 14.000.000,00
R$ 52.625.000,00
25
20
CRICIUMA
R$ 35.000.000,00
R$ 32.625.000,00
R$ 5.000.000,00
R$ 5.000.000,00
R$ 42.625.000,00
TOTAL VERBA
R$ 1.305.000.000,00
R$ 652.500.000,00
R$ 325.000.000,00
R$ 314.000.000,00
R$ 1.291.500.000,00

 




Bebida e dinheiro

Postado por Hiltor Mombach em 27 de janeiro de 2015 - Esportes

Romildo Bolzam esteve com  com o futuro presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Debateu, entre outros assuntos, a venda de bebidas alcoólicas nos estádios.
Romildo acha que o Grêmio poderia faturar no mínimo R$ 4 milhões por ano com a exposição de uma marca de um fabricante na Arena, podendo negociar ainda o entorno. Hoje, recebe cinco vezes menos.
A venda de bebidas aconteceria apenas no intervalo e no fim dos jogos. O assunto vai prosseguir.