Porto Alegre, 22 de Dezembro de 2014

Diego Aguirre no Inter

Postado por Hiltor Mombach em 21 de dezembro de 2014 - Esportes

O Inter foi até o Uruguai buscar seu novo treinador.
Acertou com Diego Aguirre.
Não está definida a data de apresentação de Aguirre.




Jornal Uruguai aponta Diego Aguirre no Inter

Postado por Hiltor Mombach em 21 de dezembro de 2014 - Esportes

Do jornal El Pais do Uruguai.
Sorpresivamente, cuando en Peñarol daban por hecho que el martes se cerraba la llegada de Diego Aguirre como entrenador del primer equipo, el técnico le reconoció a Ovación que sintió que no era momento para regresar al club. “Pasaron muchas cosas, supe que no tenía unanimidad para regresar  y fui perdiendo la alegría y el entusiasmo”, confió “La Fiera”. “Por eso me bajé como candidato”, añadió. 

“Se empezó a desvanecer todo lo que yo había hablado con Juan Pedro antes de las elecciones”, reconoció el entrenador.

Ahora se reflota la posibilidad de dirigir a Inter, equipo al que Aguirre le había dicho que no el lunes pasado porque sabía que Peñarol lo necesitaba.

Desde Porto Alegre aseguran que esta semana se transformará en nuevo entrenador de Inter.

Sin Aguirre en carrera, el gran candidato para dirigir a Peñarol ahora es Pablo Bengoechea.

Lea mañana la entrevista completa con Diego Aguirre.




Ventos do Inter apontam para o exterior: Diego Aguirre, Sabella, Bauza, Sampaoli…

Postado por Hiltor Mombach em 21 de dezembro de 2014 - Esportes

Teria, assim, no condicional, fracassado a tentativa do Inter contratar Mano.
Os ventos de agora apontam para o exterior.
Para Diego Aguirre.
Para Alejandro Javier Sabella, que comandou o selecionado da Argentina e foi vice da Copa.
Para o treinador do San Lorenzo, Edgardo Bauza, vice campeão do Mundial de Clubes, sábado, pelo San Lorenzo, que perdeu por 2 a 0 para o Real Madrid.
Ou Luis Sampaoli Moya, técnico da Seleção Chilena.
Sampaoli dificilmente viria.
A Copa América de 2015 será no Chile.
A atual gestão havia descartado um técnico de fora.
Temia o exemplo do Palmeiras, que recentemente demitiu Ricardo Gareca.
Vindo do Vélez Sarsfield em junho, Gareca obteve quatro vitórias, um empate e oito derrotas em treze jogos. E o exemplo de Passarela no Corinthians em 2005.
Em 15 compromissos, Passarella obteve sete vitórias, quatro empates e quatro derrotas, aproveitamento de 55,5%.Isto treinando um timaço.
E o próprio exemplo do Inter, com Fossati, demitido nas semifinais da Libertadores de 2010.
Naquele ano o Inter contratou Roth.
Roth não foi procurado pelo Inter.

Que Roth não foi procurado é informação.
O restante, especulação.
Porque eu não posso saber aquilo que nem os novos dirigentes do Inter sabem.
Sábado (eleição), domingo, segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo.
Nove dias procurando treinador e NADA.
Ah! Não descartem Abel.
Porque o vento está soprando de todos os lados.




Dinâmica perversa

Postado por Hiltor Mombach em 21 de dezembro de 2014 - Esportes

O projeto de Lei 7681/14, em análise na Câmara dos Deputados, prevê que “50% da receita de TV serão divididos igualmente entre os clubes participantes do torneio ou campeonato transmitido; 25% distribuídos conforme a classificação da equipe na última temporada do mesmo torneio ou campeonato; e 25% de forma proporcional à média do número de jogos transmitidos no ano anterior.”
A proposta altera a Lei Pelé e é do deputado Raul Henry.De acordo com Henry, o sistema atual, onde a Globo negocia individualmente com as instituições, cria uma dinâmica perversa:
“Os clubes com maiores orçamentos contratam melhores jogadores, têm maior probabilidade de conquistar maior número de títulos, e, com isso, de ter maior crescimento das torcidas.
Torcidas maiores, por sua vez, representam audiência mais elevadas, o que significa contratos de transmissão financeiramente mais vantajosos, e o ciclo vicioso se repete”.
Segundo os dados, o Santos, por exemplo, recebe R$ 60 milhões.
A partir de 2016 sua cota irá para R$ 80 milhões, enquanto Inter e Grêmio, que ganham R$ 45 milhões, passarão para R$ 60.Este colunista fez um levantamento de alguns indicadores.
Por exemplo. O Santos (3%) tem menos torcida do que o Grêmio (4%) no país, vende menos pay per view, está atrás no ranking do futebol brasileiro da CBF e, este ano, não teve nem a metade da média de público como mandante no Brasileiro.
Porém, receberá a partir de 2016, R$ 20 milhões/ano a mais do que o representante gaúcho, ou R$ 1,6 milhão por mês, dinheiro suficiente para bancar o salário de três grandes jogadores.
Pela proposta, a comercialização dos direitos de transmissão deverá ser feita de forma coletiva e unificada, por uma entidade que represente todos os clubes, escolhida pela maioria deles.
E os contratos de venda dos direitos de imagem terão de ser publicados na internet.




San Lorenzo não repete a façanha do Inter

Postado por Hiltor Mombach em 20 de dezembro de 2014 - Esportes

O time do Papa, o San Lorenzo, perdeu hoje por 2 a 0 para o Real Madrid.
O jogo valia o título do Mundial da Fifa.
Ganhou o favorito.
Em 2006, o Inter derrotou o então favorito Barcelona por 1 a 0 e levou a taça.
Real Madrid campeão.

 




Odiados

Postado por Hiltor Mombach em 20 de dezembro de 2014 - Esportes

O UOL fez um levantamento para saber os jogadores mais odiados do futebol brasileiro.
Ouviu 108 jogadores, de 13 equipes que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro.
Ganhou Valdivia com 21,29% dos votantes, seguido de perto por outro estrangeiro, o argentino Andrés D’Alessandro, do Internacional, com 19,44%.




OAS, dívida e Arena

Postado por Hiltor Mombach em 20 de dezembro de 2014 - Esportes

A Folha traz reportagem assinada por Raquel Landim David Friedlander que leva o título de “com dívida de R$ 7,9 bi, OAS tenta renegociar com credores”.
Abaixo, trecho.
“Com seus principais executivos na cadeia e as finanças sufocadas pela Operação Lava Jato, a OAS cortou custos, demitiu funcionários, tenta vender ativos e renegociar débitos com credores.”
Não cita a Arena, mas fica evidente que o Grêmio  poderá encontrar facilidades para comprar o estádio com a crise que se instalou na construtora e que parece sem solução neste momento.
A compra da Arena continua sendo decisiva para que o Grêmio de Romildo Bolzan tenha fôlego financeiro em 2015.
Da Folha: “A empreiteira tem uma pesada dívida de R$ 7,9 bilhões, metade dela em dólares, e enfrenta desconfiança do mercado. Seus títulos desabaram no mercado internacional.”
Diante desta dívida, o valor da Arena fica pequeno.
E o Grêmio quer pagar parceladamente.
Mais: “De concreto, até agora só foram colocados à venda os dois jatos executivos Citation que atendiam o presidente da empresa, Leo Pinheiro, e o diretor da área internacional, Agenor Medeiros, presos em Curitiba.”
A prisão dos chefões emperrou a negociação com o Grêmio




Substituto de Zé Roberto atuou mais no meio-campo

Postado por Hiltor Mombach em 20 de dezembro de 2014 - Esportes

Por William Lampert
O Grêmio foi buscar em São Paulo, mais precisamente no Palmeiras, o substituto para Zé Roberto.
O polivalente Marcelo Oliveira chega para preencher a lacuna deixada com a saída do ex-camisa 10 do time.
Polivalente, joga tanto na lateral-esquerda como em outra funções.
No Brasileirão, por exemplo, o jogador atuou mais no meio-campo ou até de zagueiro.
Em 28 jogos na competição, o atleta atuou 18 vezes no meio-campo, outras oito como zagueiro e em duas na lateral-esquerda.
A capacidade de exercer várias funções foi um dos diferenciais para a sua contratação, além da altura de 1,84m.
“Tem o aval do Felipão”, destaca Romildo Bolzan Jr. Como o seu vínculo está acabando com o Palmeiras, o custo do reforço foi apenas com o atleta e será diluído ao longo do contrato de dois anos.




Mano, a última opção antes de Roth

Postado por Hiltor Mombach em 19 de dezembro de 2014 - Esportes

Abel teria dito não ao Inter.
Que se volta para Mano Menezes.
Se não der Mano, restará Roth.
Ou uma aposta. Lembrando:
Tite era o preferido.
Luxemburgo foi procurado.
Tite assinou com o Corinthians. Luxa ficou no Flamengo.




Que inveja!

Postado por Hiltor Mombach em 19 de dezembro de 2014 - Esportes

O Grêmio não quer o atacante Kleber de volta.
No Vasco, ele não continuará.
Num emprego qualquer, o amigo leitor estaria apavorado.
Mas o futebol é um outro caso.
Mesmo que ninguém queira Kleber, ele continuará recebendo entre R$ 500 e R$ 600 mil por mês.
Uma bagatela.
Se Kleber não trabalhar nos próximos dois anos receberá entre R$ 12 e R$ 14,2 milhões.
É isto ou o Grêmio arruma uma rescisão.
Obviamente há sempre a hipótese de emprestá-lo.
Lembrando que Kleber e Felipão quebraram os pratos no Palmeiras em 2011.




De noviços e principiantes

Postado por Hiltor Mombach em 19 de dezembro de 2014 - Esportes

Tenho falado sobre dirigentes de futebol noviços.
É preciso dividi-los em categorias.
A generalização coloca todos num mesmo balaio e fatalmente leva à conclusão que todo noviço é um iniciante.
Trata-se de uma meia verdade e, portanto, de uma mentira completa.
Ser noviço no cargo é uma coisa; em futebol, outra.
O iniciante tem medo da própria sombra, esconde-se em respostas evasivas com a risível justificativa de que não pode abrir o jogo.
Se ele não entende do jogo, obviamente não pode abrir nada.
Até porque em boca fechada não entra mosca e o silêncio é o ouro dos embusteiros.
Todo iniciante tem a firme convicção de que irá descobrir a roda.
A roda do futebol, se é que me entendem.
Seu falso eruditismo cabe numa frase feita:
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todos”.
Luiz Fernando Costa, vice de futebol do Inter, é um noviço.
Jamais um principiante.
Conhece mais o riscado do que muitos cascudos.
Piffero acertou na escolha.
Se Costa acertará no treinador e nos reforços, são outros quinhentos.
Futebol não segue receita de bolo.
Sua ideia de hierarquia em futebol é simples, objetiva e corretíssima: treinador treina o time.
Parece óbvio, mas não é.
Há treinadores contratados para treinar os dirigentes.
O Inter de Costa não dependerá de consultas ao técnico para contratar.
Isto não impede que converse com o treinador.
Não sei se Luxemburgo caberia neste modelo.
Costa é daqueles que preferem errar por conta própria e não por seguir indicações alheias.
Só quem erra por conta própria sabe justificar seu erro.
Sua ideia de time é clara e ele vai buscar as peças que se encaixem nela.
Enfim, Costa é um noviço, jamais um principiante.




Inter namora com Fred

Postado por Hiltor Mombach em 18 de dezembro de 2014 - Esportes

Dias atrás escrevi aqui mesmo que o presidente Giovanni Luigi estava tratando pessoalmente da contratação do atacante Fred, do Fluminense.
A informação é confirmada agora pelo próprio Luigi afirmando que “a viabilização depende de uma série de fatores.”
Um deles, a partir de agora, do interesse da nova direção.