Cooper expressou seu desejo de manter sua privacidade pessoal e profissional, "para minha segurança e das pessoas com quem eu trabalho". "Eu sempre acreditei que em quem um repórter vota, de que religião é e quem ama não deve ser algo a se discutir publicamente", declarou.
Cooper começou a trabalhar na CNN em dezembro de 2001 e cobriu eventos como a guerra no Iraque, em 2003, e o furacão Katrina, nos Estados Unidos, em 2005. Em 2007 e 2008, viajou por vários países para compor um documentário sobre problemas que ameaçam o planeta, além de mediar debates nas eleições norte-americanas. Desde 2003 à frente do Anderson Cooper 360°, o âncora ganhou vários prêmios no Emmy Award.
O âncora da CNN mostrou o desejo de manter a integridade jornalística: "Eu não sou um ativista, mas sou um ser humano e não vou desistir disso por ser um jornalista... Não faz parte do meu trabalho lutar por uma causa, mas sim ser implacavelmente honesto em tudo o que vejo, digo e faço. Eu nunca quis ser qualquer outro tipo de repórter que não o bom, e eu não desejo promover qualquer outra causa que não a verdade".