Sob o título "O Triângulo Atlântico", a edição seria originalmente realizada no ano passado, mas precisou ser reagendada por falta de recursos. Apesar do intervalo maior, a Bienal do Mercosul agora está de volta e durante os próximos dois meses lançará um olhar sobre o triângulo e a ligação entre América, África e Europa. Artistas dos três continentes participam do evento, que tem curadoria do alemão Alfons Hug, com a adjunta Paula Borghi.
Entre as propostas da temática também está enfatizar a arte africana e afro-brasileira, conforme destacou o presidente da Fundação Bienal do Mercosul, Gilberto Schwartsmann, em entrevista ao Correio do Povo. “Este triângulo nos leva a mergulhar nos últimos cinco séculos de nossa existência, nas profundezas deste oceano e nesses deslocamentos, na busca de indícios na arte contemporânea sobre as matrizes formadoras da cultura brasileira”, finaliza.