Arte & Agenda

16º Cine Esquema Novo divulga filmes selecionados

O festival ocorre de 25 de junho a 05 de julho em diversos espaços culturais de Porto Alegre, sempre com entrada franca

Frame do filme "Mãe da Manhã", um dos selecionados da Mostra Competitiva Brasil
Frame do filme "Mãe da Manhã", um dos selecionados da Mostra Competitiva Brasil Foto : Cine Esquema Novo / Divulgação / CP

Completando 23 anos em 2026, o 16° Cine Esquema Novo - Arte Audiovisual Brasileira conta com uma extensa programação audiovisual que ocupará diversos espaços culturais de Porto Alegre de 25 de junho a 5 de julho. As sessões ocorrem na Cinemateca Capitólio, no Goethe Institut Porto Alegre, na Cinemateca Paulo Amorim, no MACRS e no Instituto Remanso. As obras selecionadas para as mostras Outros Esquemas e Competitiva Brasil já foram divulgadas.

Mostra Outros Esquemas

A partir de 26 de junho, a Mostra Outros Esquemas contará com sessões gratuitas na Cinemateca Paulo Amorim. A seleção não-competitiva reúne 10 obras de 8 Estados do Brasil, que mostram histórias sobre personagens e territórios que vivem nas bordas: periferias, corpos trans, juventudes dissidentes, arquivos incompletos, religiosidades populares, espaços abandonados, memórias corroídas, heranças traumáticas.

“É um audiovisual brasileiro que abandona a ideia de centro. E isso é profundamente coerente com a trajetória histórica do Cine Esquema Novo”, revelam os organizadores e curadores do CEN, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo. Com curadoria de Dirnei Prates, Jaqueline Beltrame, Kamyla Belli e Ramiro Azevedo, os filmes apresentam também uma presença muito forte da fabulação documental, sem uma divisão rígida entre documentário e ficção.

Confira a seleção:

"Aláfia”, de Cecilia Fontenele.

“Badlands: um parque fictício”, de Cristyelen Ambrozio.

“Bate Cabelo!”, de Luís Knihs.

“Boi de Salto”, de Tássia Araújo.

“Braço Forte”, de Rubens Fabricio Anzolin e João Fernando Chagas.

“Capim-Navalha”, de Michel Queiroz.

“Drunken Car”, de Brunella Martina.

“Judas é Meu Avô”, de Dudu Gehlen.

“Música Clássica é pra Quem?”, de Fernanda Silva e Nayara Anjos.

“Vermelho de Bolinhas”, de Renata Fortes e Joedson Kelvin.

MOSTRA COMPETITIVA BRASIL

Na Mostra Competitiva Brasil, 36 obras foram escolhidas para integrar a principal programação do festival. Foram mais de 346 horas de material avaliadas e selecionadas pelo time de curadores formado por Dirnei Prates, Kamyla Belli, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo. Entre os selecionados, constam títulos de 12 Estados brasileiros, e oito produções assinadas por brasileiros realizadas no exterior (ou em coprodução internacional).

Confira a seleção:

“A Biblioteca de Jorge Furtado”, de Glênio Póvoas e Luiz Alberto Cassol.

"A perdição de Lázaro”, de Diego Paulino.

"Adulto/Homem”, de Pedro Diogenes.

“Ainda escuto o céu embaixo d’água”, de Alice Lovelace, Céuva, Kalina Flor, Lua de Kendra, Marina Bonifácio, Morgana Neves, Nara dos Santos, Pérolla Negra e Samantha de Araújo.

“Antes do Nome”, de Luiz Pretti.

"As Florestas da Noite”, de Priscyla Bettim e Renato Coelho.

“Cabeça, ombro, joelho e pé”, de Vane Vane.

"Cavalo Serpente”, de Priscila Smiths.

"Como Nasce Um Rio”, de Luma Flôres.

“Do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto”, de Lucas Parente, Adeciany Castro, Wayna Macedo e Mariana Smith.

“Dynamite Som – O Futuro é Lamento Negro”, de Lia Letícia e Pedro Severian.

“Em Busca de S”, de Gustavo de Mattos Jahn.

"Entrevista com Fantasmas”, de Lincoln Péricles.

"Estátuas também morrem?”, de Thais Fernandes.

“Extra-Campo, as Sombras”, de Anna Dubosc e Gustavo de Mattos Jahn.

"Fale a ela o que me aconteceu”, de Pethrus Tibúrcio.

"Fronteriza”, de Nay Mendl e Rosa Caldeira.

"Interior, Dia”, de Luciano Carneiro e Paulo Abrão.
“Jangadeiros e Canoeiros”, de Jonathas de Andrade.

"Logos”, de Britney Federline.

"Mãe da Manhã”, de Clara Trevisan.

"Mensagem de Sergipe”, de Fábio Rogério e Jean-Claude Bernadet.

"Morfeu e Caronte”, de Luiz Ulian e Jocimar Dias Jr.

"O aço dos meus olhos”, de Pedro B. Garcia.

"Organising Principles of Experience”, de Gabriela Tropia.

"Os Arcos Dourados de Olinda”, de Douglas Henrique.

"Sem Título #11: Um Anacleto à Mula”, de Carlos Adriano.

"Soldado sem sono”, de Rafael de Almeida.

“Sorelle Senza Nome”, de Jonathas de Andrade.

”Souvenirs (Ornamentos)”, de Gabriel Menotti

"Terceira Montanha”, de Tetsuya Maruyama.

"Trilogia das Plantas”, de Denilson Baniwa e Felipe M. Bragança.

"Trivakra”, de Sofia Angst.

"Um Oceano Inteiro”, de Bruna Dias e Carine Fiúza.

"Vasta Natureza de Minha Mãe”, de Aristótelis Tothi e Inez dos Santos.

"Viagem no Tempo”, de Pedro Bournoukian.

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