Arte & Agenda

Aberto calendário de artes visuais no Estado

Nova exposição inaugura quinta no Margs

Obra de Iberê Camargo integra mostra do Margs
Obra de Iberê Camargo integra mostra do Margs Foto : Fundação Iberê Camargo / Divulgação / CP
A curadora-chefe do Museu de Arte do Rio Grande do Sul/Margs (Praça da Alfândega, s/n), Ana Zavadil, assina “O Cânone Pobre: uma Arqueologia da Precariedade da Arte”, que abre nesta quinta, 19h. Participam 101 artistas, com 130 obras que usam materiais pobres, precários, instáveis e frágeis. A visitação segue até 4 de maio, sempre de terças a domingos, das 10h às 19h.

As obras canônicas privilegiam, historicamente, materiais nobres e duráveis, mas aqui há um deslocamento deste conceito, através da precariedade, seja material, metafórica ou simbólica. Desafia, assim, o aparato museológico e princípios convencionais, focando o acervo da instituição, com peças entre meados do século XIX e a contemporaneidade, e incluindo itens de coleções de artistas.

Na Fundação Iberê Camargo (Padre Cacique, 2000), neste sábado, das 11h às 13h, tem vernissagem de “Iberê Camargo: as Horas (o tempo como motivo)”. Lorenzo Mammi selecionou 22 pinturas e 26 desenhos, produzidos na década de 1980 pelo artista, em seu centenário, na exposição que prevê a exibição do filme “Iberê Camargo: Pintura Pintura” (1981), de Mario Carneiro e a reprodução do conto “O Relógio”, do artista. Segundo a curadora, ela se concentra no momento da “virada” mais importante na arte e fortuna crítica de Iberê e segue até 9 de novembro.

Também neste sábado, 11h, a Galeria Gestual (Lucas de Oliveira, 21) abre “Pretérito Mais-que-Perfeito”, de Romy Pocztaruk. Ela traz uma série fotográfica sobre as transformações de Sarajevo, 20 anos após a guerra da Bósnia, e um vídeo, “Traumberg”, onde a dimensão ficcional da realidade é ativada via registros realizados em ruínas urbanas, na cidade de Berlim. Finalmente dia 4 de abril, a Fundação Vera Chaves Barcellos, em Viamão, abre “Fotografia Transversa”, com curadoria de Adolfo Montejo Navas. A transversalidade da linguagem fotográfica é o mote da coletiva, que reúne um total de 48 obras das coleções que são da instituição, do curador, e também algumas delas emprestadas pelos participantes.

Bookmark and Share

Guia de Programação: a grade dos canais da TV aberta desta sexta-feira, dia 16 de outubro de 2026

As informações são repassadas pelas emissoras de televisão e podem sofrer alteração sem aviso prévio