Com seis discos gravados em estúdio e um CD e um DVD ao vivo (o mais recente é "Grande Presença", de 2010), a banda, segundo Malenotti, está em grande momento. "O momento é bom, pois desde 2010, já que 2009 foi um ano difícil, a banda tem trabalhado de forma independente tanto para lançar os CDs como na produção e na venda dos shows. Gerenciamos a nossa carreira e neste ano são mais de 70 shows marcados", aponta.
Voltando no tempo, ao primeiro show na Sociedade Italiana em 1991, Malenotti lembra: "Era um sonho de quatro adolescentes. Queríamos tocar músicas de nossa preferência, algo tipo Stray Cats. Vimos que tínhamos talento para seguir adiante", recorda Malenotti. O primeiro disco "God Bless Your Ass" era com músicas em inglês. Além de Stray Cats, as influências eram Jerry Lee Lewis, Eddie Cochran e Gene Vincent.
Malenotti observa que quando a banda decidiu adequar a sonoridade às letras em português compostas pelo baterista Paulinho James, o passo seguinte foi dado para uma maior aceitação nas rádios e com o público, com o CD "Acústicos & Valvulados" (1999). "Quando ''Até a Hora de Parar'' caiu no gosto das rádios e depois ''Dia D'' e ''Fim de Tarde com Você'', começamos a ter realmente sucesso e ver que poderíamos ir longe", conta o vocalista, torcedor fanático do Inter.
Daquele momento em diante, a banda cumpriu agenda extensa no Sul e no Sudeste do país e abriu os shows do Echo & The Bunnymen no Credicard Hall, em São Paulo (2004) e The Strokes, no Pepsi On Stage (2005). Da formação original, além de Malenotti e James, segue ainda Alexandre Móica (guitarra). A banda conta ainda com Diego Lopes (baixo), Luciano Leães (teclado) e Daniel Mossman (guitarra). Ingressos nas Lojas Trópico e no site www.opiniaoingressos.com.br.