Segundo Borja, o objetivo é buscar parcerias, público-privadas, formando uma sociedade de amigos aos moldes do Theatro São Pedro. Na sede, seriam criados espaços dinâmicos para lançamentos de livros, conferências, exposições e mantendo, inclusive, a confeitaria que faz parte da história da Capital freqüentada pela grande maioria dos intelectuais gaúchos.
O historiador Moacir Flores, membro da Academia e presente à reunião desta manhã na Câmara, observou que a instituição possui uma pinacoteca com uma série de quadros doados por artistas de todo o País, e lamenta: “infelizmente não temos paredes para colocá-los”.
Integrando 40 escritores atualmente, a Academia Rio-Grandense de Letras funciona numa pequena sala na Rua dos Andradas. Desta forma, fica impossibilitada de receber escritores de outros estados e realizar encontros, conferências e seminários, conforme o vice-presidente Avelino Collet.
Zacher se comprometeu a marcar uma audiência com o prefeito José Fortunati, para que o pedido da Academia seja oficializado. Ele também vai destinar o espaço da Tribuna Popular na Câmara para que os poetas e escritores possam se manifestar a respeito do projeto para a sede própria.
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