A Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs), em seu 17º ano de atividade, elegeu, como ocorre tradicionalmente, os Melhores do Ano. A entidade teve por base produções lançadas em mostras e festivais, no circuito comercial e em plataformas de streaming no ano de 2025.
Dividida em dois turnos, a votação selecionou os melhores longas-metragens estrangeiro, brasileiro e gaúcho, além do melhor curta gaúcho do ano. Ainda, os membros da Accirs entregam, desde sua primeira edição, o Prêmio Luís César Cozzatti, que reconhece filmes, projetos, instituições ou pessoas de destaque no cenário audiovisual gaúcho.
Como Melhor curta-metragem gaúcho, venceu “Trapo”, de João Chimendes. “Memórias de um Esclerosado”, de Rafael Corrêa e Thais Fernandes, ganhou na categoria Melhor longa-metragem gaúcho, abordando a vida do cartunista que também assina a direção.
Na categoria Melhor longa-metragem Internacional, o eleito é “Foi Apenas um Acidente”, do iraniano Jafar Panahi (França).
O Prêmio Luís César Cozzatti – Destaque Gaúcho vai para Cinemateca Paulo Amorim, que completa 40 anos. Esta cinemateca reúne três salas de cinema localizadas no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. As salas são Paulo Amorim (125 lugares), Eduardo Hirtz (70 lugares) e Norberto Lubisco (40 lugares). O espaço foi atingido durante a enchente de 2024 e reformado para reabrir.
Confira os vencedores do Prêmio Accirs 2025:
Melhor curta-metragem gaúcho: Trapo, de João Chimendes
Melhor Longa-metragem gaúcho: “Memórias de um Esclerosado”, de Rafael Corrêa e Thais Fernandes
Melhor longa-metragem nacional: O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho
Melhor longa-metragem Internacional: Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi
Prêmio Luís César Cozzatti – Destaque Gaúcho: Cinemateca Paulo Amorim