Cyberbulling, a dor imposta aos jovens em casa ou no colégio, isolamento social, difícil relacionamento entre mãe e filha, automutilação, abandono e obsessão são alguns dos temas desenvolvidos pela diretora cujo trabalho não entusiasmou os críticos no exterior. No mais, trata-se daquela história de sempre. Ridicularizada pelos colegas no baile de formatura da escola, Carrie (Chloé Grace Moretz) se vinga utilizando seu telecinético poder letal. Julianne Moore ficou com o papel da mãe fundamentalista.
Adaptação de "Carrie" estreia nas telonas
Filme com Julianne Moore é dirigido por Kimberly Peirce
O autor americano Stephen King detesta a adaptação que Brian de Palma fez de "Carrie" (1976) que garantiu a fama dos dois, entre outros tantos, e um grande sucesso de bilheteria, tornando-se um dos títulos cult daquela década. King odeia, principalmente, o final que não estava em seu livro, mas que fez muita gente pular da cadeira nos cinemas. O filme gerou ainda uma refilmagem para a televisão, uma continuação, além de um musical no teatro. Depois deste, o autor tem exigido para adaptação de suas obras um mínimo de respeito ao texto original. Quando Kimberly Peirce ("Meninos Não Choram") lhe comunicou que ia fazer uma nova adaptação de "Carrie", o escritor declarou simplesmente: "Não vou participar...".
Cyberbulling, a dor imposta aos jovens em casa ou no colégio, isolamento social, difícil relacionamento entre mãe e filha, automutilação, abandono e obsessão são alguns dos temas desenvolvidos pela diretora cujo trabalho não entusiasmou os críticos no exterior. No mais, trata-se daquela história de sempre. Ridicularizada pelos colegas no baile de formatura da escola, Carrie (Chloé Grace Moretz) se vinga utilizando seu telecinético poder letal. Julianne Moore ficou com o papel da mãe fundamentalista.
Cyberbulling, a dor imposta aos jovens em casa ou no colégio, isolamento social, difícil relacionamento entre mãe e filha, automutilação, abandono e obsessão são alguns dos temas desenvolvidos pela diretora cujo trabalho não entusiasmou os críticos no exterior. No mais, trata-se daquela história de sempre. Ridicularizada pelos colegas no baile de formatura da escola, Carrie (Chloé Grace Moretz) se vinga utilizando seu telecinético poder letal. Julianne Moore ficou com o papel da mãe fundamentalista.