A Fundação David Sheldrick Wildlife não possui fins lucrativos e depende da ajuda das pessoas para manter os elefantes, que têm um alto custo mensal. Por isso, eles contam com doações e criaram o programa de adoção a órfãos.
Claro, ninguém precisa ter o trabalho de ir até à África buscar um elefante e trazê-lo para casa. Mas dá para fazer uma adoção à distância. Como é o caso de Carla Rossini e Shimba.
Carla, que tem loucura por animais, conheceu o programa de adoção do orfanato por meio de uma matéria na televisão e resolveu ter um elefantinho para chamar de seu. Há cerca de um ano, a jornalista adotou Shimba.
“Dá para ver no site os animais que estão órfãos e escolher o que você mais simpatizar. Gostei dele por que era bem pequeno, tinha apenas um ano”, contou.
A ajuda financeira é feita por meio de cartão de crédito, no valor de US$ 60 por ano, aproximadamente R$ 120. Antes da doação, Carla pesquisou a fundação.
“Confio na instituição. Antes de doar fiz uma pesquisa na internet. Vi que o trabalho é sério e eles mostram tudo que acontece via site ou email. Todo mês me mandam atualizações, me dizendo como o Shimba está, algumas vezes até com foto”.
A jornalista conta que em breve pretende ir à África para conhecer seu 'filho'.
As informações são do R7.
Adote um elefante na África
Fundação resgata filhotes e os coloca em um berçário até a volta à vida selvagem